17 - Baekhyun: Direitos

1196 Words
Chanyeol estava no cio e era como se eu estivesse constantemente em um também. A gravidez me fazia sentir muita vontade de f********o e comer coisas estranhas ou nojentas. Tipo Nutella com palitinhos de queijo. Mas isso não vem ao caso. Já era domingo e ainda não tínhamos parado de t*****r. Eu não conseguia me mexer direito, meu corpo estava dolorido, mesmo assim eu me pegava beijando ou chupando Chanyeol. Ele era tão gostoso, eu não conseguia ficar longe. Eu precisava senti-lo e ele precisava de mim já que estava e******o quase o tempo inteiro por conta do cio. Mesmo com todas as idiotices que ele fez eu ainda o amava. Eu sabia que ele ia adquirindo maturidade com o tempo, ele ia crescer aos poucos e aprender o que é certo. — Acho que a gente tem que parar um pouco amor, eu to cansado. Até o bebê já está ficando agitado. — Eu pensei em um nome. O que acha de Hideki? É um nome japonês. — Gostei, achei bonito. Hideki parece um nome forte. Gostei. Foi uma boa escolha. — Do próximo tu escolhe. — Quem disse que vai ter próximo? — Do jeito que a gente transa a gente vai ter muitos ainda. — Vai sonhando Park. **** Fui tomar um banho, já era noite quando eu finalmente consegui sair da cama, ainda bem que o cio de Chanyeol só duraria mais dois dias. Mas se bem que eu gosto, ele tem aquela pegada e mete com força... Aquilo é tão gostoso... — Tá pensando em mim? — Não. Por que eu estaria? - menti. — É que tu tá ficando e******o. – ele riu. — Aish... **** Aquela semana estava passando de forma calma. Não tínhamos recebido nenhuma visita inesperada e isso é bom, me deixa mais tranquilo, eu estava procurando me manter afastado de discussões no momento, não queria voltar abrigar com o Chan depois de ter dias tão agradáveis. Tudo bem que a gente mais transava do que qualquer outra coisa, mas estávamos sendo felizes. Sem brigas, só sorrisos. ***** — Bom turma, como prometido... Vamos falar dos nossos direitos, direitos esses que são muito diferentes do que foram no passado. Hoje nem sei ao certo quantos possuímos, pois eles escondem isso de nós dizendo apenas o que devemos fazer. Tudo é ditado de acordo com a ordem que se qualificam. Se for um Alfa, parabéns pode fazer o que der na telha, se for um ômega, abaixe sua cabeça e obedeça e se for um beta tem livre arbítrio. Comecei a passar exercícios no quadro explicando pouco a pouco como era o passado, apesar de não ser uma aula de história, essa se fazia necessária. — Antigamente os humanos puros tinham trinta direitos que ninguém podia mudar, como o direito de ir e vir, o direito a liberdade, direito a constituir família,  direito de ter algo pra chamar de nosso. Esses são apenas alguns e a maioria já não são mais utilizados. Mas o meu favorito é o primeiro “Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direto.”, veem como aquela sociedade era diferente de nós? Apesar de todas as guerras que causaram, eles tinham direito a igualdade, a liberdade, a propriedade, nós não temos. Nós somos apenas uma raça que se for considerada inferior não merece aquilo que um sangue bom pode ter. ***** Eu gostava da matéria que estava estudando com meus alunos, eu estava louco pera chegar nessa parte, logo eles se tornarão adultos e quero que eles sejam conscientes do que podem realmente fazer. Estava deitado no sofá olhando TV e esperando Channie voltar com as pipocas para vermos um filme. Já era noite de sexta e era um programa que adorávamos fazer nesse dia. Fora isso, eu adorava como ele ficava alisando minha barriga enquanto eu fico deitado entre suas pernas. A campainha tocou algumas vezes, eu não queria atender, mas Chanyeol estava ocupado demais na cozinha. Ao abrir a porta me deparei com quem menos queria naquele momento. — Channie... Teu amiguinho está aqui... Chan saiu da cozinha fazendo cara de confuso, mas logo entendeu porque eu estava com a voz alterada, Kris estava na porta com um meio sorriso. — Queria te convidar pra sair Chan. Olhei para Chanyeol, espero realmente que ele tenha entendido da primeira vez. — Olha cara, acho melhor a gente dar um tempo de se ver, quem sabe o dia que você mudar de ideia sobre aquele assunto a gente se acerte, mas por enquanto, vamos dar um tempo, Okay? Kris balançou a cabeça mordendo os cantos da boca, eu fechei a porta com um sorriso no rosto e Chanyeol se atirou no sofá suspirando. Sentei-me em seu colo com uma perna de cada lado de seu corpo. — Estou orgulhoso de você. Acho até que podemos deixar o filme pra mais tarde. — O que está pensando em fazer? — Que tal... Te amar de uma forma bem gostosa? Tomei seus lábios em um beijo que começou lento e foi se intensificando a cada segundo que passava. As mãos de Chanyeol adentraram minha blusa fina, fazendo um carinho no meu corpo até achar meus m*****s. Ele sabia como me deixar duro e me fazer gemer. Eu puxei sua blusa para cima e ele fez o mesmo com a minha, nossas bocas se encaixavam de forma perfeita, o seu gosto era viciante, eu o queria mais e mais. Não demorou para que nossas roupas estivessem no chão e eu sobre ele, rebolando e friccionando nossos membros já molhados com o pré-g**o. - Quer que eu faça aquilo? - Uhum. Sai do seu colo e fiquei de quatro empinando a b***a em sua direção. Chanyeol separou calmamente minhas nádegas e começou a chupar minha entrada que já pulsava pelo contato. Só o cheiro de Chanyeol poderia me fazer ter um orgasmo, imagina ele enfiando a língua num lugar tão sensível. Eu revirava os olhos e rebolava de encontro ao seu rosto. — Tá bom Channie, se continuar e-eu vou gozar hmm... Chanyeol voltou a se sentar no sofá e em seu colo, penetrando seus m****o aos poucos em mim. Chanyeol fazia eu me sentir realmente completo. Meus braços estavam envoltos em seu pescoço e minha cabeça apoiada em seu ombro, eu subia e descia de forma rápida, aquilo ficava cada vez mais gostoso. Chanyeol apertava minha b***a e me estocava forte, fazendo seu quadril ir de encontro ao meu. Ficamos naqueles movimentos rápidos, trocando beijos lascivos até que ele tivesse me preenchido com seu g**o. Eu ainda estava duro, então Chanyeol me deitou no sofá e começou a me chupar. Ele passava a língua por toda a extensão e depois engolia por inteiro, às vezes chupando só a glande. Eu puxava os cabelos da sua nuca pedindo por mais. Não demorou para que sentisse meu g**o vindo em jatos fortes e preenchendo aquela boca gostosa. Chanyeol deitou-se ao meu lado naquele sofá pequeno e me beijou, fazendo-me sentir meu próprio gosto. — Eu te amo, amo muito! – sussurrou de encontro aos meus lábios. — Eu amo muito mais, meu bebê!
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