O relógio digital no apartamento de Mateus piscava, anunciando que mais uma hora havia se passado. Ele estava de folga, mas não tinha nada que o ocupasse. O apartamento estava silencioso demais, um contraste com os pensamentos que martelavam sua cabeça. Sentado no sofá, ele tentava focar em alguma coisa, qualquer coisa, mas não conseguia tirar os olhos do celular. Mais uma vez, ele havia tentado entrar em contato com Joana, mas a maldita não atendia. Estava começando a se irritar com a indiferença dela. Ele se recostou no sofá e soltou um suspiro pesado, irritado com sua própria ineficácia. As investigações sobre o promotor, Coringa, estavam estagnadas. Nada sobre o promotor Eduardo Coimbra o fazia chegar mais perto de sua meta, e o jogo de informações sobre Coringa estava igualmente para

