Fera
Meu nome é Murilo, mas vocês podem me chamar de Fera. Eu sou o dono do Complexo do Lins e da facção que comanda a maioria das favelas do Rio de Janeiro. Tenho 26 anos, olhos verdes, sou moreno, cabelo preto, forte, 1,90 m de altura e todo tatuado. Sou o dono do Complexo da Penha e do Complexo do Lins. Sou bem procurado pela polícia, mas até hoje eu não rodei e nem pretendo.
Assumi a facção depois que meu pai morreu. O subchefe dele deu um tiro nas costas dele, então eu tô nisso desde os meus 16 anos. Já vão fazer 10 anos. E, por mais que v.a.g.a.b.u.n.d.o tente me derrubar, eu ainda estou aqui, de pé. Ainda tô atrás do c.u.z.ã.o que matou meu coroa. Uns falam que ele já morreu, outros falam que ele está escondido, mas um bagulho é certo: se eu achar ele com vida, o bagulho fica doido.
Hoje é dia de festinha no morro, e eu confesso que estou empolgado. Geralmente eu não vou nessas festas, mas é sempre bom pegar uma mina diferente. Tem as minas daqui do morro, a resenha já tinha começado, mas eu e os aliados estávamos discutindo um carregamento. A gente ficou um bom tempo ali conversando, até que a gente desceu.
Mano, eu passei o olho em todas as minas e já estava pronto pra meter o pé quando eu vi ela, encostada no bar, com o copo tremendo na mão. A mina… era a mina mais gata que eu já vi na minha vida. Parecia uma modelo de capa de revista. É claro que eu não dei nem espaço pra ninguém se aproximar. Já falei que eu queria ela, e isso é o suficiente pros meus aliados entenderem que ela é intocável, pelo menos nessa noite.
Eu comecei a andar, e se ela fosse marmita ou garota de programa, ela teria vindo rápido. Mas ela veio devagar, se tremendo todinha. Então, na hora, eu percebi que ela não era uma garota de programa… e isso me deixou mais intrigado ainda. Quando ela falou que precisava de 80 mil, eu bati neurose, porque tem muita golpista aqui, tá ligado? E eu não sou do tipo de homem que cai no papinho gostoso de qualquer mina.
Me aproximei dela e beijei. Eu quase nunca beijo na boca de mulher… mas não tem como não beijar a boca dela. Impossível.
Ela está com um vestido vermelho tomara que caia e ele de bermuda e já está sem camisa ele.
Eu segurei ela pela cintura fina, puxei o corpo dela pra perto do meu e senti o cheiro doce misturado com medo. Filipa tremia inteira, os olhos grandes arregalados olhando pra mim como se eu fosse o próprio d***o. Eu sorri de canto, baixei a cabeça e colei minha boca na dela de novo. Dessa vez o beijo foi mais bruto, língua entrando fundo, chupando a dela enquanto minha mão descia e apertava aquela b***a redonda por cima do vestido. Ela soltou um g.emidinho abafado na minha boca.
Fera: Relaxa, p.orra... tu tá tremendo que nem vara verde.
Filipa: Eu... eu nunca fiz isso assim...
Eu ri baixo e peguei a mão dela, levando direto pro meu p.au que já tava duro pra c*****o dentro da bermuda. Quando os dedinhos dela encostaram, ela deu um pulo pra trás, os olhos se arregalaram mais ainda.
Filipa: C.aralho... que tamanho é esse?
Fera: Assustou, é? Agora vai ter que aguentar, Filipa.
Ela engoliu seco, mas não tirou a mão. Eu abri o botão da bermuda e desci o zíper. Meu p*u pulou pra fora, pesado, veias saltadas, cabeça grossa brilhando. Filipa olhou e mordeu o lábio, metade medo, metade curiosidade.
Fera: De joelho. Quero ver essa boca trabalhando.
Filipa: Agora?
Fera: De joelho, p.orra.
Ela hesitou só um segundo, depois desceu. O vestido subiu um pouco nas coxas grossas enquanto ela se ajoelhava na frente de mim. Filipa olhou pra cima, olhos verdes brilhando com o reflexo das luzes, e abriu a boca. Primeiro lambeu só a cabeça, devagar, língua quente passando pela f***a. Depois abriu mais e tentou engolir. Não cabia tudo. Ela só conseguiu uns 12 centímetros e já tava com os olhos marejados.
Fera: Isso... chupa gostoso, c.aralho.
Filipa: Hummm... é grosso...
Ela começou a chupar com mais vontade, cabeça subindo e descendo, saliva escorrendo pelo canto da boca. Gemendo baixinho toda vez que eu empurrava um pouco mais fundo na garganta dela. O barulho molhado da boca dela me deu mais t***o. Eu segurava o cabelo loiro dela com uma mão, f.odendo a boca devagar.
Fera: P.orra, que boca gulosa... tá gostando do meu p.au , hein s.afada?
Filipa: Mmmph... sim... gosto...
Eu puxei ela pelo cabelo, tirei o p.au da boca dela com um estalo molhado e mandei:
Fera: Levanta. Tira esse vestido.
Filipa: Tá... tá bom...
Ela levantou rápido, as pernas tremendo. O vestido vermelho caiu todo no chão. Por baixo só tinha uma calcinha fio-dental. Os p****s eram perfeitos, médios, b***s marrons durinhos. A cintura fina, b***a empinada, coxas grossas.
Fera: P.orra... que delícia de corpo.
Eu tirei a bermuda de vez, p*u latejando apontado pra ela. Peguei Filipa pela cintura, virei ela de costas e empurrei contra a parede. Desci a calcinha dela até os tornozelos. Dei um tapa forte na b***a.
Fera: Abre as pernas.
Filipa: Ai!
Eu me agachei atrás, abri aquela b.unda com as duas mãos e enterrei a língua na b.uceta dela. Filipa soltou um gemido longo, quase um grito.
Filipa: Aaaahh... Fera... c.aralho...
Eu lambia tudo, chupava o c.litóris inchado, enfiava a língua fundo. Ela tava molhada pra p.orra, escorrendo. Filipa rebolava contra minha cara, g.emendo sem parar.
Filipa: Hum... tá gostoso... não para... por favor...
Eu levantei, posicionei a cabeça grossa do meu p.au na entrada da b.uceta dela e empurrei devagar. Quando uns 10 centímetros entraram, Filipa deu um grito abafado e tentou fugir pra frente.
Filipa: Não... é muito grande... vai devagar...
Fera: Aguenta, p.orra.
Eu segurei a cintura dela firme e meti mais. Ela gemeu alto, unhas arranhando a parede.
Filipa: Aaaaiii... devagar... Fera... tá doendo, mas não para está gostoso...
Eu comecei a meter mais fundo, cada vez mais rápido. O barulho de pele contra pele batia junto com a música. Filipa gemia sem controle agora.
Filipa: Ai... ai... assim... mais fundo... c.aralho que p.auzão...
Eu dava tapas na b.unda dela enquanto metia, deixando a pele vermelha.
Fera: Toma, sua v.adia... geme pra mim... grita meu nome.
Filipa: Feraaa... me f.ode... me f.ode gostoso...
Virei ela de frente, levantei uma perna dela e meti de novo, olhando nos olhos. Filipa tava com a boca aberta, olhos revirando. Depois eu sentei na cama e puxei ela pra cima de mim, de frente. Ela desceu devagar no meu p.au, gemendo longo enquanto sentava tudo.
Filipa: P.orra... tá todo dentro... tá me enchendo...
Filipa cavalgava gostoso, os p.eitos pulando na minha cara. Eu chupava os b***s, mordia, dava tapas nas coxas dela.
Fera: Rebola essa b.uceta, s.afada... assim... c.aralho que delícia...
Filipa: Hum... hum... tô g.ozando... Fera... tô g.ozando...
O corpo dela tremeu inteiro, b.uceta apertando meu p.au enquanto ela g.ozava. Eu segurei a b***a dela e meti por baixo, forte.
Depois levantei ela, virei de quatro no chão mesmo, b***a empinada pra mim. Filipa ainda tava tremendo do g.ozo. Eu cuspi na mão, passei no p.au e posicionei na bundinha apertada dela, peguei a camisinha na gaveta.
Fera: Agora eu vou entrar aqui, Filipa.
Filipa: Devagar...eu não sei se aguento..é muito grosso...
Fera: Vai aguentar sim, e vai gostar.
Eu empurrei devagar. A cabeça entrou e ela soltou um grito.
Filipa: Aaaahhh... c.aralho... devagar Fera...
Eu meti centímetro por centímetro, gemendo rouco com o aperto insano. Quando tava quase todo dentro, comecei a bombear devagar. Filipa gemia misturando dor e prazer.
Filipa: Ai... ai... tá doendo... mas... continua... p.orra...
Aumentei o ritmo, metendo mais forte, tapas ecoando na b.unda dela.
Fera: Toma, sua p.uta... geme pra mim...
Filipa: Feraaa... me f.ode... mais forte... assim... c.aralho que delícia...
Ela tava pegando fogo agora, empinando mais a b.unda, rebolando contra minhas estocadas. Eu metia fundo, segurando o cabelo dela como rédea.
Fera: Vai g.ozar de novo, v.adia? Goza com meu p*u no teu cu. Comecei a massagear o c******s dela.
Filipa: Tô g.ozando... tô g.ozando... aaaahhh Feraaa!
Ela apertava meu p*u enquanto ela g.ozava forte. Eu não aguentei mais. Tirei rápido, virei ela de frente, tirei a camisinha, segurei o cabelo e gozei na cara e nos p****s dela, jatos grossos e quentes.
Filipa: P.orra... nunca tinha visto um p*u desse tamanho...
Ela tava ofegante, olhos vidrados, esperma escorrendo pelo queixo. Passou o dedo, lambeu e sorriu fraco.
Fera: Essa noite tu é minha, Filipa. E ainda tem muito mais pra rolar.