Ralph a pegou assim que chegaram ao hospital. Estava com a expressão séria, sem paciência para protocolos. Carregava Georgina nos braços e entrou direto com ela pela recepção. Um enfermeiro correu com uma maca. Com cuidado, Ralph a deitou ali. Em poucos minutos, uma médica mais velha surgiu para atendê-los. Era um hospital particular de alto padrão, e a eficiência era visível. — Onde dói? — perguntou a médica, com calma. Georgina apontou para a região central da cintura. A médica apalpou levemente e, ao pressionar um ponto, ela gritou de dor. — Vamos aplicar um medicamento para dor — disse, mantendo a postura profissional. — Você é alérgica a algum remédio? — Não... — murmurou Georgina, entre lágrimas. — Mas dói. Dói muito... A médica prescreveu rapidamente a medicação, e foram junto

