Quando chegaram ao condomínio, o clima estava calmo.. Georgina caminhava na frente de Ralph, ainda um pouco cansada dos exames, mas ansiosa para chegar em casa. Foi então que ela ouviu o grito. — Aaaaah! — um som alto, agudo, que cortou o ar. Mas não era dor. Nem susto.Era um grito de pura felicidade. Georgina parou por um segundo, confusa, e então correu em direção à cozinha. Ao atravessar a porta, o coração quase saiu pela boca: lá estava Margareth, de joelhos no chão, abraçando as filhas, Íris e Eloise, que choravam rindo ao mesmo tempo. As três estavam apertadas num abraço que parecia infinito, e Margareth não parava de repetir: — Minhas meninas… minhas meninas… O capo é bom… minhas meninas... Jonas tina trago as meninas, Ralph tinha ordenado, com a nova regra estabelecida sobr

