Oliver
Olho para Lívia e sua cara de desespero, só torna tudo mais divertido, seu rosto está machucado e ela deve estar acostumada a apanhar e levar, não é como se fosse a sua primeira vez chupando um p*u que não seja do seu marido, mas também se não for assim eu não me importo, não mandei meu irmão raptá-la para passar férias em minha casa. Meu p*u está tão duro, que pediria ser usado como martelo, mas eu sei que mesmo estando tão duro e dolorido, essa garota minúscula e pilantra nunca me faria gozar. Lívia me chama de monstro e isso só é combustível para mim.
— Sim querida, eu sou um monstro c***l e você deve fazer o que eu mando se deseja continuar viva! — Seus olhos brilham úmidos com minhas palavras e algo em mim cintila, ela parece ser uma mulher inocente, mas também tanto ela e eu sabemos que não é assim, impossível alguém ser casada com o verme do Pedro e não ser culpada, o cara é o maior 171 que já vi. Então Lívia leva sua mão até minha cueca e lentamente tira do meu corpo, me deixando nu e duro.
A garota se ajoelha na minha frente, ficando bem menor do que é, seus olhos estão erguidos, olhando para mim.
— Vamos segure! — Ordeno tudo e suas mãos, parecendo ainda mais trêmula segura meu p*u,
O toque de sua mão é tão suave que parecem borboletas, se eu realmente tivesse a intenção de fazê-la minha p**a, ela não me aguentaria, nem por cinco minutos, eu a partiria no meio.
— Eu não consigo fazer isso! — A garota diz, olhando para meu c****e, depois para meu rosto, ela faz isso diversas vezes tentando demonstrar confusão.
— Sim, você consegue garota, apenas abra sua boca! — Falo e seguro meu pênis o tomando da sua mão, com a outra mão eu seguro um punhado do seu cabelo, o que vai me fazer ter o controle dos seus movimentos, levo meu p*u até seus lábios e esfrego ali, seus lábios são carnudos e aveludados e para minha surpresa esse primeiro contato faz meus ovos repuxarem, e meu p*u começa a gotejar meu pré sêmen, isso só pode ser pelo acúmulo de t***o do dia de hoje, em nada tem haver com essa garota. A cabeça do meu p*u é tocada por uma língua úmida e desgraçadamente macia.
— Hum… — p***a, eu gemi no primeiro contato? Isso nunca aconteceu antes, eu preciso de muito mais que isso para começar a gemer, sempre levo longos minutos de boquete, de uma mulher experiente para isso acontecer, eu devo estar muito fodido mesmo.
Lívia não abre a boca por completo e eu vou forçando minha entrada, sua boca mesmo carnuda é estreita, é pequena, mas eu vou forçando minha carne dura dentro dela, e cada vez mais que entro, mas eu quero entrar, me bate um desejo ingovernável que ela me coloque todo dentro da sua boquinha.
— Vamos sua p*****a, abre mais a boca, você precisa engolir tudo! — Apenas a cabeça do meu p*u está dentro e sua língua é uma tortura para mim, ela só precisa engolir mais, tiro meu p*u de dentro da sua boca e aperto bem em baixo, apontando na direção da sua boca, minha carne muito inchada e dura.
— Cospe. — Lívia olha para mim, como se não entendesse.
— Cospe na cabeça do meu p*u, lubrica ele que eu vou empurrar e f***r essa boca de p**a que você tem. — A princípio ela não faz, mas após ser mais rude a garota cospe, uso minha mão e espalho saliva pelo máximo que consigo do meu cumprimento. Então eu fodo a boca de Lívia.
— Ah c*****o! — Chingo ensandecido quando estoco três vezes e a pilantra gostosa se engasga com a grossura e comprimento da minha carne.
— Boquinha safada do c*****o! — Os olhos de Lívia lacrimejam, mas ela engole tudo, sua boca está tão esticada e tão cheia de mim, meu corpo inteiro queima, minhas veias parecem dilatadas e larvas vulcânicas passeiam por ela ao invés de sangue, eu estou ardendo de tanto t***o!
— Boca gostosa da p***a! — Falo quando empurro mais uma vez, as mãos de Lívia em minha coxa, como se quisesse me empurrar e levantar para sair correndo a qualquer momento.
— Grunh… — Eu grunho outra vez, não é como se eu tivesse controle sobre isso, e por alguns segundos, minutos, não sei bem, esqueço de tudo completamente, nada passa por minha cabeça, além da Lívia me chupando, não existe nada na minha mente, eu apenas sou consumido inteiro por um t***o arrebatador.
— Ah c*****o! — Sinto um terrível orgasmo se aproximando e eu só acelero, quando ele vem é fulminante, arrebatador e não sobra nada em mim, que não tenha sido queimado e eu ejaculo como um cavalo.
— Isso é para você, tudo isso é para você vagabunda do c*****o! — Minha p***a começa a vazar da boca de Lívia, a vejo cuspir também, uma quantidade grossa começa a escorrer por seu queixo e eu praticamente sem piscar totalmente hipnotizado com a cena.
Quando terminei de gozar, me afastei e vesti a cueca apenas.
—- Talvez eu tenha me enganado com você, Lívia, seu futuro pode ser promissor em minha empresa. — Faço uma pausa ao sentir meu lábio superior se repuxar, e continuo:
— Na verdade eu tenho certeza que você será um sucesso com os homens na minha casa. — E meu lábio se repuxa outra vez, eu odeio isso porque só acontece quando estou nervoso ou estressado.
— Agora não faça barulho e me deixe dormir. — Digo e apago a luz, em seguida caminho até a cama, me deitando prontamente, os homens da minha boate vão ficar loucos com Lívia, carne nova e rostinho de anjo, porque esse pensamento me está agitando profundamente?
Deve ser porque ela me surpreendeu no boquete e me derrubou em minutos, eu não esperava por isso, ainda não estou pronto para dividir a Lívia, ela é meu novo brinquedo e esperarei que passe esse t***o repentino que me atingiu, só então posso levar a garota para servir em uma das minhas casa, sim assim será feito e eu duvido que ela consiga me manter interessado nela por uma semana, então isso não vai demorar a acontecer, mas no momento ninguém toca em Lívia, ninguém, apenas eu.