Oliver
Quando senti a b****a de Lívia pulsando sem parar em volta dos meus dedos, quando vi o mel saindo abundante de dentro da sua b****a enquanto ela gozavaz eu fiquei insano, tudo que eu queria era cair de boca na quela bocetinha e sovar tudo para mim, não desperdiçar nada, no momento em que minha língua tocou a b****a de Lívia e eu sentir o gosto do seu mel, eu virei bicho!
Lambi, chupei, mamei em seu grelinho como um maldito lunático, ela fodidamente tinha um gosto completamente viciante, p***a ela é deliciosa.
Quando seus tremores foram sessando, não perdi tempo e peguei uma camisinha, das muitas que ficam ao lado da cama, para serem usadas pelos clientes e sem demora encapei meu p*u, deitei sobre Lívia, me apoiando e um dos meus braços, o outro eu segurei meu p*u e encaixei na entrada da sua bocetinha g****a e então eu meti tudo, meti até o talo.
- c*****o, Grunh!
Xingo grunhido ao ter meu grosso c*****o estrangulado por sua b****a, fodidamente apertada, estreita, quente! Eu sentia que me mover aqui dentro seria duro, bem duro, uma tarefa difícil.
- Oh!
Quando Lívia geme, algo desliga em meu cérebro, é como se a função de raciocinar deixasse de existir e meu sistema geral tivesse em pane.
- Geme mesmo gostosa.
Falo e deslizo meu p*u para fora que vem roçando em suas paredes vaginais, só para voltar a empurrar com tudo.
- Oh Oliver!
Cada vez que ela geme e fala meu nome, mas vontade eu tenho de f***r essa mulher, f***r de um jeito que faça ela sentir meu p*u, mesmo quando eu não estiver dentro dela, a f***r como ninguém nunca fez e jamais fará.
- Acostumasse a levar duro assim na b****a, porque eu vou colocar em você todos os dias.
Estoco ainda mais forte, vendo seus s***s pularem, não demoro e estou com as duas mãos apertando sua cintura com muita força e mentendo meu p*u dentro, a cintura de Lívia é tão fina, que tenho a se sensação de que vou parti-la ao meio a qualquer momento.
- Oliver, por favor, eu...
Lívia fica com a frase pela metade, quando a empalo completamente outra vez, sua boca continua aberta em um lindo O, ela iria falar que não aguenta comigo, mas ela aguenta, oh como aguenta.
Mudo de posição outra vez e coloco seus pés em meu ombro, agarro suas coxas e a fodo entrando duro e fundo.
- Quem bocetinha gostosa você tem Lívia, vou querer todos os dias e mais de uma vez!
Falo sentindo tanto t***o, que eu só quero meter.
Luto para não gozar, eu quero ficar dentro de Lívia o máximo de tempo possível, eu sempre demoro a gozar quando estou trepando, tenho o controle total do meu orgasmo, mas com essa garota eu estou na borda e quando o g**o está a ponto de sair, deslizo para fora, a colocando de quatro, agarro seus cabelos e puxo, erguendo sua cabeça.
- Vai gozar de quatro, como minha cadelinha, como minha p**a safada que ama tomar de quatro.
Bato na sua b***a e ela grita.
- Aí!
- p**a minha precisa apanhar, para saber quem manda.
Dou outro tapa no mesmo lugar para Lívia saber que eu posso bater nela quando eu quiser, Lívia volta a gritar, eu vou batendo em sua b***a, até que a vejo numa tonalidade linda rosada, então eu a monto.
Lívia grita outra vez ao ser invadida por mim, ao ter meu p*u abrindo completamente sua bocetinha apertada e eu urro de prazer.
- p***a garota você é gostosa para c****e!
Que bocetinha deliciosa é essa? Cada vez que eu meto, mas eu quero meter, fodo Lívia como um lunático, até que não aguento mais.
- Vamos Lívia goza para mim!
Digo e puxo um pouco mais seu cabelo, como se ela fosse minha égua, eu estou completamente montado nela.
- Oliver, eu...
- Isso é demais para você garota? Eu mandei você gozar.
Começo a estocar até que vejo um lugar onde Lívia estremece, eu sempre acerto o ponto de G de uma mulher, seja com os dedos ou com meu p*u, i****a é o homem que diz que não existe isso de p*****g.
Com meu p*u encaixado na posição certa eu meto e acerelo sem pena.
Os gemidos de Lívia me levam ao mais alto grau da loucura e eu entro num beco sem saída, um caminho sem volta e começo a urrar alto empurrando.
- Oliver!
Ouço meu nome sair da sua boca, de uma forma estrangulada quando ela goza e esse é meu fim, só tenho tempo se sair de dentro de Lívia, arranco a camisinha e a jogo longo, o primeiro jato de p***a sai longo batendo no meio das suas coisas, sem resistir encaixo meu p*u no meio da sua b***a e vou gozando, minha p***a batendo em seu cuzino como se ele fosse meu alvo, eu ainda vou comer essa b***a, em seguida minha p***a escorre por fora de sua b****a e bate na cama.
- Oh c*****o!
Gozo igual um cavalo, derramou cada gota da minha p***a em cima dessa mulher e quando terminamos de gozar Lívia se deita na cama, ela faz uma posição de quem fosse dormir, ela acha que uma trapda vai me satisfazer? Eu vou comer essa mulher a madrugada inteira até o nascer do sol.
Olho para meu p*u semi ereto e lembro da boca de Lívia nele, o que basta para eu ficar duro como aço.
- Hora de mamar garota!
Ela ergue a cabeça e olha para meu p*u, ao ver o quanto eu estou duro, ela não consegue disfarçar sua cara de espanto, ao meu ver Lívia só conheceu homem frouxo.
- Vamos Lívia, fique de joelhos e chupe meu p*u, até que sua boca fique cheia do meu esperma.
E outra vez ela acaba comigo, fazendo um boquete de explodir minha mente, me olhando como olhos de falsa pureza, me levando além do meu limite, eu não canso de possuir seu corpo até o limite máximo da exaustão completa, só saio de dentro dela, quando Lívia adormece exausta.
Eu nunca durmo aqui e me visto para ir embora, porém eu levo Lívia comigo, volto a colocar minha camisa nela, que por sinal lhe caiu muito bem, constato que minha roupa fica melhor em Lívia do que em mim, mas isso não munda o fato de que eu preciso comprar roupas para ela e também preciso marcar um médico para ela, nosso sexo foi delicioso, mas confesso que pela primeira vez em anos, almejei f***r sua bocetinha sem camisinha e gozar dentro, despejar tudo dentro e assistir meu sêmen gotejar da sua b****a, então ela precisa se prevenir.
A carrego nos braços até meu carro, Lívia está em um sono pesado e constato satisfeito que eu tirei toda sua energia assim como ela tirou as minhas, quando chego em casa a carrego até meu quarto e a deito em nossa cama, não sei por quanto tempo a observo dormir, a marca em seu rosto da violência do seu marido sumiu totalmente com a maquiagem, embora também já esteja quase invisível sem a maquiagem, meus lábios superiores de repuxam, enquanto Lívia for minha ninguém mais a toca, nem o fracassado d seu marido e no momento ela é minha propriedade, quem mexer com ela, estará mexendo comigo.