Alex Saí daquela casa com um enorme sorriso no rosto, sentindo-me leve e feliz como há muito tempo não me sentia. Os lábios de Amanda, ah, eles ainda possuíam o mesmo dom de me viciar em seus beijos. Embora eu soubesse que não podia forçar a barra, que precisava dar a ela o tempo para me redescobrir, a minha vontade de beijá-la me fez esquecer de tudo por alguns segundos preciosos. Aquele selinho, a intensidade dos nossos jogos de provocação, tudo me mostrava que a conexão entre nós ainda estava viva, apesar da névoa em sua memória. Cheguei em casa todo sorridente, com o coração ainda acelerado pela emoção do reencontro. Assim que abri a porta, o clima sombrio me atingiu em cheio. Encontrei todos de cabeça baixa, chorando. O choque foi imediato, e o sorriso em meu rosto murchou. — Ué, q

