Capítulo 37 Ezequiel Costa Júnior Peguei o celular antes de entrar no carro. Mandei uma mensagem rápida para um dos meus homens mais afastados de Yulssef. Um cara de confiança, que eu sabia que não tinha r**o preso nem medo de contrariar ordens. "Preciso das imagens do bordel. Agora. Sem comentar com ninguém." Olhei de soslaio para Mariana, que já se ajeitava no banco do passageiro. Dei a partida. A estrada vazia se estendia na frente e no meio do caminho, não resisti. Estiquei a mão até a coxa dela, de leve, querendo senti-la. Mariana respirou fundo, meio trêmula, quase imperceptível..., mas eu percebi. Tirei a mão de lá para depois não surtar, também não queria invadir o espaço dela, ainda mais depois do que ela me contou. Mas, para minha surpresa, ela mesma pegou minha mão no a

