capítulo 2

1015 Words
Letícia: chorei até que peguei no sono, acordei pela manhã com meu celular despertando, me olhei no espelho e minha aparência estava horrível como eu queria que hoje fosse sábado não precisava sair de casa com esse rosto assim, fui pro banheiro tomar um banho e tentar amenizar o inchaço dos olhos e o pequeno arranhão que ficou, me arrumei e liguei pra Ana avisando que já estava indo pro hospital. Ana: bom dia amiga tá tudo bem? Letícia: tá sim Ana: tá com uma voz estranha, mas tudo bem te encontro no hospital beijos. Letícia: desliguei o telefone peguei a chave do carro e fui pra sala, quando cheguei lá vi a situação da minha sala algumas peças de decoração que tinha acabado de comprar tudo quebrada, como eu me arrependo de ter conhecido o Bernardo, ele nem é o mesmo cara que conheci no primeiro ano de faculdade, aquele Bernardo era todo carinhoso amoroso e jamais levantaria a mão pra mim nem me humilharia, sai e fui em direção a garagem e vi o carro do Bernardo estacionado na garagem do décimo quarto andar, eu não acredito nisso fui até o carro só pra ter certeza do que meus pensamentos me alertava, cheguei e coloquei a mão no capô e como eu imaginei tava frio, voltei pro meu carro e fui pro hospital pensando em mil coisas ele me trai com alguém aqui do prédio como eu posso ser tão burra assim cheguei no estacionamento do hospital e vi a Ana chegando também assim que ela chegou até mim ela já começou. Ana: bom di. amiga o que é isso no seu rosto? Letícia: não é nada amiga dormi de mais só isso. Ana: para Letícia você é bem grandinha pra inventar desculpas de criança, o que aquele desgraçado fez pra você? ele foi no seu apartamento? fala Letícia: amiga calma você te surtando atoa ele só me ligou ontem e depois eu fui dormir só isso nada de mais, agora vamos se não vamos no atrasar, a Ana foi só que era nítido que ela não acreditou no que eu falei, chegamos na sala dos médicos e hoje vai começar o estágio supervisionado então temos que ficar aguardando e a Ana já começou com o assanhamento dela kkkk. Ana: amiga eu quero que o meu supervisor seja um gato aí posso me distrair das duas formas kkkk. Letícia: para de graça amiga não temos tempo pra ficar flertando com médico não, m*l finalizei e vimos dois médicos vindo na nossa direção um deles era nítido que é gay o outro é bem forte e alto não vou negar é muito bonito também. Dr. David: bom dia meninas é vocês que vai iniciar o estágio supervisionado hoje? Ana: sim Dr somos nós mesmo. Dr. David: bom então eu sou o David e esse é o Luan. Dr. Luan: bom dia meninas. Letícia/ Ana: bom dia Dr. David: bom então a Letícia fica me acompanhando e a Ana com o Luan. Letícia: o Luan fez uma brincadeira com a Ana que demos risada e logo após nos direcionamos pro centro cirúrgico. Dr. David: bom Dr Letícia eu sou um pouco exigente até porque nós lidamos com vidas e não aceito erros, normalmente eu trabalho aqui no hospital pela manhã é por isso que vou te acompanhar e a tarde eu atendo particular. Letícia: ok Dr eu também gosto de fazer a coisas certas para não levar nenhum dano ao paciente. Dr. David: ótimo então vamos lá, hoje vamos fazer uma sedação geral pois o tempo de cirurgia é longo, você já fez alguma? Letícia: já sim Dr fiz ontem. Dr. David: ok então você vai fazer essa também, vamos aguardar trazerem a paciente. Letícia: ele saiu de perto de mim e eu fiquei pensando meu Deus mais um homem mandão eu não vou aguentar, meu celular começou a tocar eu esqueci de por no silencioso e ele me olhou como se estivesse me repreendo, peguei o celular e era o Bernardo não atendi, só coloquei no silencioso. Dr. David: dr Letícia você pode atender o celular se não estiver com o paciente, só que não pode deixar ele nessa altura né, e se for algum problema relacionado a namorados prefiro que resolva fora do ambiente do hospital. Letícia: eu fiquei incrédula quando ele falou namorados no plural, será que ele pensa que eu sou alguma p**a, minha vontade foi de responder mais quando fui abrir a boca entraram com a paciente na sala e eu me calei mas a todo momento me vinha na cabeça o desaforo que ele me fez, ele conversou com a paciente, e depois pediu pra eu pegar um acesso na mão da paciente, avaliei peguei um abocat 20 e puncionei e ele a todo momento vendo como eu estava fazendo, depois fiz a medicação e quando ela já estava dormindo entubei monitorei a paciente e o cirurgião começou o procedimento, sentamos de frente pro monitor e ele só olhou pra mim e falou " até que fez bem", agora eu tenho certeza que esse também é um ser desprezível assim como o Bernardo, e falando nele ele não para de me ligar, no fim da cirurgia fiz o procedimento de extubaçao da paciente e quando ela já estava bem foi levada pra sala de recuperação, como a cirurgia foi demorada já era quase uma hora eu fui saindo da sala sem falar nada com ele até porque ele não falou nada comigo além de me ensultar. Dr David: não tá esquecendo de nada? Letícia: tchau Dr até amanhã. Dr David: também mais você é resistente então eu tenho que assinar sua ficha né. Letícia: Affff como ele é um pé no saco, a Dr me desculpa eu esqueci no carro posso trazer amanhã? Dr. David: não o estágio é hoje então tenho que assinar hoje, vai lá buscar vou aguardar na sala dos médicos. Letícia: ok, virei e sai da sala xingando ele em pensamentos como eu posso ser tão pé frio assim nenhum homem será é gentil mais.
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