CAPÍTULO TRINTA E DOIS Alec caminhou pela forja, espantado com o número de pessoas que se tinham ali reunido desde a derrota do navio de guerra Pandesiano. Parecia que toda a cidade de Ur estava mobilizada, que todos se tinham reunido para se prepararem para a próxima guerra. Sem espaço, as pessoas até saíam da forja, para as ruas, enchendo os pátios, com os sons das marteladas no ar, à medida que mais armas, escudos e armaduras eram produzidos, mais até do que Alec conseguia monitorizar. Tinha-se transformado numa fábrica de guerra. Voavam faíscas por toda parte e Alec atravessava-as, inspecionando tudo, o som do aço fundido a assobiar nos seus ouvidos enquanto ele passava as cubas, passando por nuvens de vapor. Ele ajeitava o trabalho das pessoas ao passar e, mais importante, ele inspe

