Lenissya Toc, toc, toc. O som das batidas na porta era insistente, como se quisesse me arrancar do meu sono agradável. "Só mais cinco minutos", pensei, recusando-me a acordar. — Lenissya? Posso entrar? — Abri os olhos assim que reconheci a voz. Era Henry! Espreguicei-me na cama e me sentei. Ele bateu levemente mais algumas vezes na porta. Dei um longo bocejo antes de responder, dando meu consentimento. — Claro! Entre! — A porta se abriu, e ele deu uma espiada antes de entrar. — A casa é sua, não precisa ser tão formal. — Não é certo entrar no quarto de uma dama sem ser convidado, independentemente da situação — respondeu ele. Fiquei vermelha, mas continuei olhando-o, sem acreditar no que estava ouvindo. Ele permaneceu de pé perto da porta, segurando uma muda de roupas na mão. — Tr

