— Claro que você pode! Ele segurou a minha mão com força, no lugar. Não deixando que eu recuasse. — Eu não sei como fazer. Eu sussurrei quase chorando. Eu estava envergonhada, com o que eu estava fazendo. Mas, eu realmente não sabia como fazer aquilo. — Claro que você consegue! Só precisa continuar. A voz dele estava áspera, o que me fez começar a pensar se ele queria que eu continuasse por mim, ou por ele. Se ele estava tão e******o com o que estávamos fazendo que a necessidade de continuar, era mais dele do que a minha. Nesse momento uma luxúria feminina tomou conta de mim. Uma necessidade de agradar o meu homem. Eu não estava pensando nesse momento no acordo que tínhamos. E muito menos que ele nunca seria meu. Naquele momento, o que estava refletido no espelho era o meu homem,

