A enfermeira nos acompanhou de volta ao quarto. Coloquei-a na sua caminha, cobrindo-a com o cobertor de ursinho de pelúcia. Sentei-me ao lado dela, segurando a sua mãozinha, esperando que ela acordasse completamente. Enquanto isso, a minha mente continuava acelerada imaginando o que os resultados poderiam nos dizer. As possibilidades, os medos. Mas naquele momento, com ela dormindo ao meu lado, a sua mãozinha segurando o meu dedo novamente, decidi me agarrar à esperança. Porque se ela conseguia ser corajosa numa máquina enorme e barulhenta, eu conseguia ser forte por ela. Porque se ela sorrisse antes mesmo de dormir, eu conseguiria parar de tremer. Porque se a minha filha foi capaz de suportar tudo isso, então eu tinha que suportar junto com ela. ... No dia seguinte, quando abri a port

