Capítulo 5

952 Words
Pov Sofie    Estava conversando com Danilo quando sinto um aperto, olho em volta e não acho que Emma. -Preciso achar Emma, falo com você depois? -Ele me mostra sem entender. Danilo-Ta tudo bem? Tá com uma cara estranha. -Eu preciso achar Emma, sabe onde ela está? você viu ela saindo com o Rafael? Danilo-Não a gente saiu mais cedo, mas vi eles na escada. -Levantei e corri até uma escada que dava pro segundo andar. -Rafael cadê a Emma? -Falei ofegante por ter corrido até lá. Rafael-Ela foi pro banheiro porquê? -Corri pro banheiro e abri uma porta com tudo, vi o sangue escorrendo pela última cabine. -RAFAEL. -Corri até uma cabine e tentei abrir, mas estava trancado, Rafael apareceu no banheiro sem entender nada ofegante e com a mão no peito apontado para a última cabine ele vê o sangue escorrendo e vai com tudo até fechar a porta.      Ele tenta abrir uma porta mais não conseguida, começa a chorar de desespero por não conseguir ajudar a minha melhor amiga! Danilo aparece sem entender nada e tenta ajudar Rafael, e assim abre uma porta.    E, de novo, pela terceira vez que Emma desmaiou com os dois braços, ele foi levado para um choro mais ainda vendo minha amiga passando por isso de novo. Rafael pegou ela no colo e correu até ela no seu colo, e por todos os corredores que ele passava todos olhavam assustados vendo o sangue pingar no chão. (...) Médico-Parentes de Emma Martin. -Levantei apressada e fui até ele. -Eu sou a única parente. Médico-Bom ela perdeu muito sangue mas conseguiu achar bolsas para recuperar o sangue perdido, vai ter alta hoje e tomar mais cuidado. -Já posso ver ela ?? -Ele assentiu e saiu andando, fui até seu quarto e ela ficou desacordada. -Porque fez isso? A terceira vez! Eu não aguento ver você assim, sofrendo por algo que não faz sentido, você e minha melhor amiga quer o seu bem! Passei minha mão pelo seu cabelo, sente-se na poltrona que teve e comecei a tocar ela. Alguém bate na porta e quando abre vê quem e Rafael. Rafael-Posso ficar sozinho com ela por alguns minutos? -Fico sem entender o porquê ele quer ficar com ela. -Pode, Danilo já chegou? Rafael-A diretora não deixou ele sair, então tá na escola. -Eu vou pegar um táxi pra casa dela e pegar alguma roupa, cuida dela? Rafael-Cuido. -Saio da sala e você vai fazer parte de um hospital no hospital, um pouco e você vai para a casa de Emma pegar uma roupa para ela. Pov Rafael Se ela não conseguiu sair da cama, parece que ela estava com problemas, se eu não consegui deixar ela sair correndo, isso não aconteceu. Depois que ela falou que sofria por causa do pai que morreu e a mãe que não estava bem com ela. Sinto que tenho que proteger ela, conheci ela faz pouco tempo, mas quero protegê-la, e ela é considerada nessa maca branca igual a fantasmas não é uma coisa que quer ver novamente. -Me desculpa por ter deixado você sair correndo, era pra mim estar cuidando de você! Me desculpa por ter te beijado. -Beijo sua testa e sente-se na poltrona e comece a olhar para ela. Pov Emma   Sinto uma ardência no meu braço e finalmente consigo abrir meus olhos, meu corpo muito e minha visão estava meio embaçada. Sentei na cama e vi meu braço enfaixado.    Quando voltei e vi Rafael dormindo na poltrona, coloque meus olhos e levantei da cama ainda assim, comecei a andar até sentir alguém tocando no meu braço, quando vi quem era Rafael ele deu um sorriso. Rafael-Ei ei não anda, você deve estar cansada. -Ele me ajudou a voltar pra cama e sentar. -Meu corpo dói, o que aconteceu? Porque estou aqui? Rafael-Não lembra o que aconteceu? -A porta foi aberta e o Sofie entrou com uma sacola. Sofie-Voltei, desculpa a demora terminar encontrando Danilo. -Falou dando um sorriso e ficando envergonhada. Rafael-Não precisa falar mais nada, sem detalhes. -Falou fechando os olhos. Sofie-Sua roupa, vai trocar se você já tem alta. -Jogou a sacola pra mim e me empurrou pro banheiro. Vestir roupas e olhei no espelho ou estado do meu cabelo, vi meu braço enfaixado e cortado por alguns segundos.   Sai do banheiro e usa roupa do Hospital na cama, sai do quarto e entra na direção do recepcionista que já esperava com os papéis que devem assinar para sair daqui. -Quero ir pra casa e dormir. -Falei sentindo o vento no meu rosto, assim como o meu pé no hospital. Sofie-Vou contigo, Rafael pode deixar uma pessoa na casa de Emma? Rafael-Posso. -Entramos no seu carro e não sentimos nenhum banco de trás junto com o Sofie. -Sabe o caminho de onde eu moro? Sofie-E claro que ele sabe boba, que ele trouxe pra casa no dia do cinema não lembra disso? –Faço que não tem cabeça, ela dá risada e não diz mais nada.   Quando chegamos na casa Sofie já estava me deixando deixar carro sozinho com Rafael que me ajudou a sair, fiquei olhando pro mesmo que não me encarar. -Obrigada por me levar para o hospital, e desculpa por ter tirado seu tempo. Rafael-Que nada! Não tire meu tempo, Emma nos conhecemos faz pouco tempo, mas quero seu bem! Quero cuidar de você, ver você desse jeito no hospital me machucou. -Ele colocou uma mecha no meu cabelo atrás da orelha.   Ouvir ele falar essas palavras me deixou aflita, não sei o que responder ou como agir eu simplesmente dei um sorriso forçado. -Preciso entrar ...- Ele deu um beijo na minha testa e entrou no carro, e entrei dentro de casa subi pro meu quarto e me joguei na cama.   Sofie entrou no meu quarto sem entender nada, olhei pra ela com um sorriso no rosto e logo me encolhi na cama dando risada. 
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