Ela desligou na minha cara ?! Bufei e joguei o celular na cama fui pro banheiro e me olhei no espelho passei a mão pelo rosto, tirei minha roupa e entrei dentro da banheira. Quando terminar meu banho fui até minha guarda roupa e procure algo útil para vestir.
Quando vestimos roupas em direção ao banheiro e sequei meu cabelo, deixamos o sol e passamos uma vez bem básicos. Peguei meu celular e desci indo em direção à sala quando abri a porta vi Sofie saindo de um carro preto com certeza era um uber, tranquei a porta e fui em direção Sofie.
- Porque tá com esse sorriso no rosto?
Sofie-Porque você vai comigo! Vamos ou vamos chegar atrasadas. -Ela me puxou pela mão até o carro.
-Vamos mudar de caminho? Olha não quero ir então que tal ...
Sofie-Para ser tão chata! E tão mais uma festa.
-Mas eu não quero ir! Vamos para outro lugar. -Ela fez bico e apareceu pra frente.
Sofie-Moço sabe se tem alguma sorveteria aberta?
Xx -Única coisa que conheço aqui perto e mais vinte quatro horas extras. -Ela revirou os olhos.
Sofie -Nos leve pra lá, e você manda mensagem pro Rafael avisando que não vamos mais pra festa.
-Não mande você, lá o Danilo vai estar junto com ele!
Sofie-Ui garota, não está falando com ele?
-Sofie cala a boca! -Ela manda mensagem e não encontra o caminho para o supermercado conversando, quando chega ela pagina e mostra o carro.
Na entrada do supermercado, veja Rafael e Danilo, Sofie saiu correndo na direção de Danilo ou beijando revirei meus olhos e fui para dentro do supermercado, logo indo na direção de doces.
-Eu te odeio em segredo, E antes de tudo te peço, Que devolve tudo o que te faz, E todos os beijos que te dei, Como palavras, todo o tempo que eu joguei no lixo ...
Cantei baixo passando o dedo pelas prateleiras sentindo poeira no meu dedo, parando na frente dos finos e peguei alguns foram até a caixa e o dinheiro.
Moça-Volte sempre. -Disse com um sorriso no rosto. -Pode me passar o número desse garoto? -Disse para pro Rafael.
Meu sangue ferveu na hora, dei um sorriso para ela.
-Ele namora. -Sai dali sem deixar ela falar, voltei pra onde eles estavam. Sentei no chão e abri meu fini e comecei a comer. Rafael enviou minha frente e começou a me olhar.
Rafael-Olha ...
-Me desculpa tá? Minha mãe não pode mandar minha vida, mesmo que eu seja menor.
Rafael-Percebi que sou muito grudado em você nesse tempo, Danilo abriu meus olhos percebi que você não e uma menina ingênua e sabe cuidar de si mesma. -Sorri e entreguei um pedaço de fino pra ele.
-Ainda bem que você entendeu, a gente vai ficar de vela mesmo? -Falei me referindo a Sofie e Danilo que estavam aos beijos.
Rafael-Bom podemos nos pegar também. -Falou com um sorriso safado, dei um tapa no seu braço fazendo ele gemer de dor. -Ai meu braço! Não precisava me bater.
-Precisava sim! Quero comer meu fini! Bem melhor do que ir pra festas. -Falei olhando pro nada, o estacionamento do mercado só tinha o carro do Rafael.
Rafael-Vou comprar uma bebida quer vim junto? -Assinto, ele levanta e me ajuda logo em seguida, fomos andando até o corredor de bebidas.
-Vamos passar no corredor de sorvete quero ver algo.
Ele me puxou pela mão, fazendo alguns finis cair no chão, quando chegamos no corredor ele ficou mexendo no celular enquanto eu olhava os sorvetes achei um que chamou minha atenção senti uma luz forte atrás de mim quando vi era ele tirando foto.
-Pode apagar isso!
Rafael-Vai ficar muito lindo no meu feed. -Bati no seu braço, fomos pro caixa e ele pagou a bebida e o sorvete que tinha pegado voltamos pra onde Sofie e Danilo estavam.
Ele tirou a tampa da garrafa e deu um gole e me ofereceu eu olhei por alguns segundos pra garrafa e peguei da sua mão e dei um gole desceu ardendo garganta a baixo fiz uma careta e entreguei a garrafa pra ele.
Comi mais um pedaço do meu fini e abri o sorvete, olhei pro Rafael e depois pro sorvete fucei na sacola e não achei nada que me ajudasse.
-Como vou comer isso sem colher? -Se riu da minha cara.
Rafael-Come com o dedo! Ou a princesinha não pode se sujar? -Olhei pra ele com cara de tacho.
-Primeiro eu não sou princesa e segundo eu vou comer com o dedo mesmo!
Dei de ombro e passei o dedo pela tampa do sorvete, o gosto de morango e muito bom!
Rafael-Não vai me dar? -Olhei pra ele com cara de tacho.
Na metade do pote Rafael toma ele de novo de mim.
-Ei! Você acabou com o meu sorvete! –Quando revirei os olhos e entreguei pra ele que deu uma lambida, logo ele me entregou de novo, mas sem nada! Bato no seu braço ele me olha com cara surpresa.
-Você comeu tudo Rafael! Acabou com tudo, qual e seu problema ??? Deveria ter deixado pra mim! Você comeu tudo Rafael.
Ele ri por alguns segundos e olha pra minha cara, pega o pote da minha mão e coloca do seu lado.
Rafael-Você quer sorvete? –Faço bico, ele ri novamente.
-Claro! Você comeu todo o meu sorvete eu te odeio! –Na hora ele me olha com um sorriso no rosto.
Rapidamente ele me puxa pelo pescoço fazendo nossos lábios se tocarem, no começo tento evitar mas logo cedo pra Rafael que coloca uma das sua mão na minha cintura fazendo eu ficar mais próximo dele. Coloco minha mão na sua nuca e puxo seu cabelo.
Nossas línguas brincavam no mesmo ritmo, sua boca tem o gosto de menta misturado com o sorvete que ele tinha comido tudo, na hora lembro do meu sorvete, o empurro ele fica sem entender.
-Você acabou com meu sorvete! Você vai comprar outro! - Ele passa a mão pelo cabelo e dá uma leve risada, dou um tapa no seu braço e faço bico.
Rafael -Ta bom, eu compro outro sorvete mas com um favor. -Ele diz com um sorriso no rosto, esse não era o sorriso que ele sempre dava ta diferente.
-Seu sorriso ta diferente, o que você ta inventando Rafael? –Ele se aproxima mais.
Rafael-Compro seu sorvete se você me dar um beijo. - Reviro os olhos, olho pra ele com cara de tacho.
-Meu sorvete em primeiro lugar! –Ele deu um sorriso de orelha a orelha, ele levantou e me ajudo a levantar também, seu corpo fica muito próximo ao meu, sinto sua respiração no meu rosto ele coloca sua mão na minha cintura fazendo nos dois se aproximar mais.
Fico fascinada do seus olhos, perco a vontade do sorvete e coloco minha mão na sua nuca, ele demora pra se aproximar então puxo ele pelo pescoço, grudo nossos lábios logo sua língua invade a minha boca fazendo eu levantar o pé, suas mãos vão pra minha cintura e aperta.
Nossas línguas brincam fazendo ficar mais quente, ele me puxa cada vez mais pra perto dele, quando a falta de ar chegou me afasto dele e tento voltar a respiração ao normal.