Capítulo 8

956 Words
Ainda faltava três quadras para chegar em casa, quando estava na frente de uma galeria um garoto saiu e esbarrou em mim. -Qual e seu problema garoto? E cego? –Ele exibiu mim e deu um sorriso, lembrou dele ou amigo Gustavo de Rafael e Danilo. Gustavo-Oie louquinha, Já descobriu o seu romance com meu amigo Rafael. -Temos nada. -Sai andando mas ele ainda me segue. Gustavo-Olha ele só quer tirar sua virgindade e cuidar de nada. -Você não sabe de nada! -Olhei pra ele que estava atrás de mim. Gustavo-Claro que sei! Acha que ele vai ficar cuidando de você? Você e mais um passatempo. -Ele se afastou pra longe. -UM PASSATEMPO.    Segurei como lágrimas e comecei a correr em direção a casa, na primeira quadra senti a falta de chegar me sentei no chão e coloquei a mão sobre o peito. Estou morrendo! Levantei ainda sem ar e comecei a andar.   Quando cheguei em casa, abri a porta selecionada e corri pro meu quarto, tranquei a porta e me curti sobre ela escorregari até o chão. Abracei minhas pernas e fechei os olhos com força.   Aquelas palavras não saia da minha cabeça, estava me perseguindo passava toda vez na minha cabeça eu lembro da cena! O porquê de estar pensando nisso? Eu também queria saber. Cocei minha cabeça e levantei para ir ao banheiro e abri como gavetas atrás da gaveta.   Quando achei que fui em direção a uma banheira, tirei o vestido ou desfoquei o cabelo, ou usei os anéis que estavam sem dedo, entrei na banheira e respirei fundo, passei pela primeira vez ... ... um pouco, mas não como antes. Passei mais vezes até sentir o sangue escorregar curti minha cabeça na barra de banheira e passei mais vezes sentindo cada vez mais.    Senti minha visão ficar cada vez mais embaçada e preta, deixada a cair no chão e tudo ficou preto. (...) Um vestido branco rodado de seda era ou que eu vestia, estava descalça e não tinha nenhum corte no meu braço, nem cicatriz nem nada.   Ouço uma voz vindo de fundo e eu vendo meu pai na minha direção, corri até ele e dei um abraço aberto. -Senti tantas saudades. -Falei perto do seu ouvido. Pai-também minha filha, não queria me abandonar. -Fique na sua frente sorri pra ele, que passou a mão pelo meu cabelo. -Foi um acidente, você não deve ir! -Falei sentindo como lágrimas cair. Pai-Tive meus problemas na vida e sua mãe foi um deles, não queria deixar sozinha. -Beijou a minha testa. -Sinto tanta sua falta! Depois que foi embora lá em casa virou um inferno. Pai-Me desculpa. -Ele me largou e virou pra trás começou a andar. -PAIII. -Gritei por ele que se virou e deu um sorriso de canto, senti uma falta de ar chegar fazendo em me agachar no chão e senti ficar cada vez mais sem ar.    Senti a água no meu nariz e levantei apressada, respirei fundo e coloquei minha mão sobre o pescoço olhei em volta e não vi ninguém, quem ligou a água??    Abri o ralo da banheira e deixei a água ir embora, sai da banheira e liguei a água quente e quando encheu entrei na banheira, senti meus braços arderem, suspirei aliviada.   Quando terminei meu banho abri o ralo e me enrolei na toalha fui até o meu quarto, peguei um pijama e vesti joguei a toalha e um canto qualquer do quarto e peguei meu celular, deitei na cama me enrolei no cobertor e mexi nas redes sociais e assisti metade de um filme que achei.   Coloquei meu celular pra carregar, abracei meu urso e minutos se passaram e eu ainda não tinha conseguido dormir, levantei sentei na minha escrivaninha e comecei a desenhar até dar três da manhã senti o sono chegar e deitei na cama me embrulhei. Dia seguinte Meu celular tocava loucamente, quem tá me ligando?? Peguei nele e vi que era um número desconhecido, bufei e atendi. Ligação On -Quem tá me ligando? Rafael-Estou te esperando aqui na frente. -Levantei apressada e fui até a janela abri um pouco a cortina. -O que você tá fazendo aqui?? Rafael-Tem dez minutos antes que eu suba aí e te pego e levo você do jeito que tá pra escola! Ligação Off   Corri pro banheiro tomei um banho rápido e peguei uma roupa que tinha separado noite passada.    Fiz um r**o de cavalo e peguei meu celular junto com a mochila peguei coisas que nem devia e desci rápido indo pra parte de fora de casa. -Oie, desculpa o atraso dormir tarde e acabei esquecendo de colocar o celular pra despertar.   Ele olhou pra minha mão e viu que tinha vários papéis ele pegou e começou olhar um por cada um. Rafael-Você que desenhou? -Ele abriu a porta do carro pra mim ainda entretido com os desenhos, entrei ele fechou deu a volta e sentou no banco do motorista. -Temos que ir pra escola. -Falei tirando ele do transe. Rafael-Você que desenhou? -Tirei da sua mão e coloquei com cuidado dentro da bolsa pra não amassar. -Sim, estava sem sono. -Falei meio baixo. Rafael-Vai fazer faculdade de desenho? -Ele ligou o carro e me olhou. -Seriamente não sei, se der na telha faço mas se não...-Ficamos conversando até chegar na escola. Rafael-Vou te levar pra casa. -Olhei pra ele entediada.   -Não quero que me leve pra casa, eu sei andar sabia? Rafael-Sabe que quero seu bem. -Falou se aproximando e colocando sua mão sobre meu rosto. -Claro que sei, mas não acha que tá muito perto? -Ele sorriu e não entendi o motivo. Rafael-To gostando de você Emma, e o que tô sentindo e muito bom! E quero muito seu bem! -Ele se aproximou mais e colou nossos lábios, sua língua brincava com a minha sua boca tinha um gosto de menta.   Coloquei minha mão sobre o seu pescoço e acaricie seu cabelo, sua mão acaricio meu rosto.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD