Hilda acordou com Pethrus cheirando o pescoço dela, o rosto colado à sua pele quente. — Acordada? — perguntou ele, a voz rouca e exigente, Hilda percebeu que ele era exigente na cama. — Estou — respondeu ela, ainda sonolenta. — Quero você... o t£sao não passou, Hilda e nem vai passar.. — Mas você não está cansado? — Hilda perguntou, com uma mistura de surpresa e timidez. Ele riu alto, o som grave ecoando pelo quarto. — Não. Sei que está dolorida. Só uma vez, e depois deixo você se recuperar completamente. Ele passou a mão pelas costas dela, enquanto continuava: — Escute, doce Hilda. Tenho a boca suja, e não é pouco. Mas eu te amo e respeito muito. Apesar de tudo, você chegou virgem na minha cama, tenho as marcas de sua inocência no meu p@u, mas preciso que saiba: vai escutar palavr

