O quarto estava silencioso, iluminado apenas pela luz dourada que atravessava a cortina semiaberta. O som discreto das rodas da cadeira de Lúcios deslizando pelo chão de madeira polida preencheu o ambiente com um sussurro mecânico. Ângela estava sentada na cama, de costas, os ombros expostos pelo vestido hospitalar frouxo e m*l fechado. A pele clara contrastava com os cabelos longos e negros que caíam como uma cascata densa sobre suas costas nuas, tocando levemente a curva da coluna. O vestido, de tecido fino e desbotado, deslizava pelas laterais de seu corpo com desatenção, revelando a vulnerabilidade do momento. Ela ergueu a cabeça, movendo-a lentamente, como se seus músculos ainda estivessem se acostumando com a realidade. Quando ouviu o som da porta se abrir, virou o rosto por sobre

