Kaedra fechou a pasta de prontuários e se levantou, lançando um último olhar para a filha antes de sair. — Daqui em diante você não pode mais interferir nas minhas coisas. Está fraca, precisa pensar apenas em si e nessas crianças. Vai ter que passar por uma reabilitação completa se quiser cuidar dos seus filhos sem precisar de ajuda. Angela a observou em silêncio, os olhos arregalados. Tentou mover as pernas… mas não sentiu nada. O pânico a tomou, porque sabia que Kaedra estava dizendo que não pararia e que aproveitaria o momento em que Angela não tinha mais a mesma liberdade de antes. — Mãe... espera! — ela se esforçou para se levantar. — Eu… não sinto… as minhas pernas… — murmurou em desespero, enquanto Kaedra saía e, ao mesmo tempo, Arthur entrava, preocupado, encarando Kaedra, que m*l

