Henrique e Virgínia chegam. Ela ainda está abalada, abraçando os próprios braços enquanto sobe as escadas sob o olhar preocupado de algumas empregadas. Henrique permanece no térreo, firme, em silêncio até ouvir o toque do celular de Antônio ecoar no escritório ao lado. A porta está entreaberta. A voz de Antônio surge tensa: — Sim, Andrew… estou ouvindo. Mas não é Andrew. A voz que explode do outro lado é a de Thomas completamente fora de si. — EU QUERO UMA EXPLICAÇÃO! AGORA! Antônio cerra os dentes. — Thomas… controle-se. O que aconteceu? Henrique, do corredor, fica atento. A voz de Thomas volta, rouca de raiva: — Eu não vou tolerar esse tipo de humilhação! O SEU segurança levou Virgínia como se eu fosse um criminoso! Ele me desrespeitou diante de todos! Antônio suspira, irrit
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