Capítulo 21

1254 Words

Isabel A noite já estava avançada quando a minha amiga começou a dar sinais de lucidez. O hospital estava em pleno vigor, e eu sabia que os capangas do FJ estavam no corredor disfarçados de cidadãos comuns. Não era best.a de acreditar que ele não manteria a vigilância acirrada. — Karine, amiga. Segurei na sua mão, pensando nos hematomas espalhados na sua barriga, além de um olho roxo, inchado, e um vermelhão na bochecha. — Espero que um dia você me perdoe. — Isabel… — Tentou se sentar fazendo um urro de dor. — Merd.a, sinto que fui atropelada por uma jamanta. Todas as minhas juntas doem, Inferno! — Não se esforce. Ajeitei ela para voltar a deitar na maca. — Tá com muita dor, vou chamar a enfermeira. Quando ia sair de perto dela, a mesma agarrou meu pulso. — Isa, não perca seu te

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