A porta da cobertura se fechou, isolando-os do mundo. William não esperou nem um segundo. Ele a puxou para si, a loira que se parecia tanto com Alessandra, e a beijou com uma ferocidade que era mais raiva do que paixão. A garota, cujo nome ele nem se importou em perguntar, correspondeu com a habilidade de quem está acostumada a fingir desejo. Ele a guiou até a sala de estar e a jogou no sofá de veludo branco, o mesmo sofá onde Alessandra se sentava para ler. Ele se inclinou sobre ela, as mãos percorrendo o corpo dela de forma apressada, possessiva. Mas algo estava errado. Não era o suficiente. O fantasma de sua esposa estava por toda parte. — Espera — ele disse, a voz rouca, afastando-se dela. — Levanta. A garota o obedeceu, a expressão confusa. — Aqui não. Vamos para o quarto. P

