Gabriel e Mateo permaneceram parados na janela, observando a rua lá embaixo voltar à sua normalidade noturna. O sedã preto de Alessandra já havia desaparecido há muito tempo, e o caminhão de lixo era apenas uma memória barulhenta. A operação havia sido um sucesso. Mateo soltou um assobio baixo, quebrando o silêncio. Ele se virou para o irmão, um sorriso incrédulo no rosto. — Uau. Me diz uma coisa, a vida de vocês aqui em São Pietro é sempre tão emocionante assim? Perseguição, fuga com caminhão de lixo... Gabriel se afastou da janela, um sorriso cansado em seus lábios. — Acredite, pirralho, hoje foi um dia tranquilo. É daí pra pior. Mateo riu, balançando a cabeça. — Certo. Bom saber. Falando em tranquilidade, onde é que eu durmo? Tô quebrado da viagem. — Tem outro quarto, no f

