Capítulo 254

320 Words

A manhã nasceu fria e cinzenta. No escritório de Cesar Mendonça, o silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo tique-taque de um relógio de pêndulo. Ele não havia dormido. Estava de pé, em frente à janela, uma xícara de café intocada na mão, observando a viatura da polícia que vigiava sua própria casa. Era um leão enjaulado em sua própria fortaleza, e a paciência dele havia chegado ao fim. Borges entrou sem bater, como de costume. Ele se postou diante da mesa do patrão. Sua equipe passara a noite inteira trabalhando. — Senhor — disse Borges, a voz baixa. — Temos os primeiros resultados. Cesar se virou, a expectativa em seu olhar era uma chama fria. Borges colocou um tablet sobre a mesa. — Agimos conforme o senhor pediu. Focamos a busca nos Fontana. Nenhum veículo está registrado

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