Capítulo 126

533 Words

As tardes na mansão Mendonça haviam se tornado um refúgio de calma. Naquele dia, Alessandra e sua mãe montaram dois cavaletes na varanda do quarto dela, com telas em branco e uma paleta de cores vibrantes. Pintar era um antigo passatempo que Helena insistiu em resgatar, uma forma de manter as mãos e a mente de Alessandra ocupadas. O silêncio entre elas era confortável, quebrado apenas pelo som dos pincéis deslizando sobre a lona. Por um breve momento, a guerra lá fora parecia pertencer a outro universo, mas a paz foi interrompida pela chegada discreta de um dos seguranças da mansão. — Senhora Helena, senhora Alessandra. Me desculpem pelo incômodo — ele disse, a voz baixa. — Um mensageiro deixou esta carta na portaria. Endereçada à senhora Alessandra. Insistiu que era pessoal e urgent

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