(As próximas cenas são fortes... Aquelas que forem mais sensíveis, considerem pular esse capítulo.) O olhar de Vitória, frio e predador, permaneceu fixo em Leo. — Você achou mesmo o quê? — Ela continuou, a voz um sussurro perigoso. — Que eu ia esquecer? Que eu ia perdoar? Que eu, uma Fontana, não iria te caçar até o inferno? Eu tenho recursos, querido. Posso muito bem virar uma caça-fantasmas quando eu quiser. Ou melhor... uma caçadora de ratos. — Por favor... por favor, não me mate... — Leo choramingou, o corpo tremendo incontrolavelmente na cadeira, a dor de seus dedos quebrados esquecida em face do terror puro. Vitória soltou uma risada, um som agudo e sem alegria que ecoou pela sala. Ela se aproximou e, com uma rapidez chocante, sua mão agarrou as bolas dele por cima da calça,

