O assassino congelou, a seringa com cloreto de potássio na mão. O clique da porta. Ele se virou lentamente. Parada na porta, ofegante devido ao caos do corredor, o rosto pálido de pânico, não estava um médico ou um segurança. Era a enfermeira Amanda. A mente dela corria. Ela não deveria estar ali. O protocolo era claro: evacuar visitantes, vedar os quartos dos pacientes críticos e sair. Mas ela não conseguia. A promessa que fizera ao Dr. Cruz há mais de duas semanas, a culpa que sentira pela sua piada de quando o “gatinho” do irmão dele iria ao hospital, a forma como ele a perdoara... tudo ecoava em sua cabeça, mais alto que o alarme de incêndio: "Eu prometo ao senhor. Eu vou cuidar muito bem do irmão do meu colega." Ela não podia simplesmente fugir. Em meio ao caos da evacuação, e

