As mãos de Enrique exploravam os s***s de Vitória com uma avidez contida, mas ela deu um sorriso e as segurou, afastando-as gentilmente, mas com firmeza. — Não me toque, seu esquisito — ela disse, a voz um sussurro rouco, ainda montada sobre ele. — Você está morto. Mortos não se mexem. — Mas assim fica difícil — ele respondeu, um brilho divertido nos olhos azuis, apesar da situação bizarra. — Não importa. Ela ergueu ligeiramente o quadril e puxou a saia para cima, revelando uma calcinha de renda vermelha que contrastava violentamente com a palidez da sua pele bronzeada. — Eu quem mando aqui. E então, ela começou a se mover. Um balanço lento, para frente e para trás, roçando sua i********e coberta pela renda contra o volume crescente dentro das calças dele. A fricção era tortura

