Capítulo 159

546 Words

Gabriel a encarou, o terror da ameaça lutando contra a incredulidade em sua mente. Ele tentou conter a própria raiva, buscando uma falha na lógica dela, uma brecha. — É um blefe — ele disse, a voz mais trêmula do que gostaria. — Você não pode tocar na Alessandra. Ela está na casa dos pais. Está mais segura do que nunca. Vitória soltou uma risada, um som condescendente. — E você acha que ela vai ficar lá para sempre, doutor? Uma hora ela vai sair. Para o trabalho, para o médico... para te encontrar, talvez. Acidentes acontecem o tempo todo. Freios que falham. Motoristas bêbados que aparecem do nada. É surpreendentemente fácil. — Você não faria isso — ele disse, mais para se convencer do que a ela. Ela se aproximou dele, um sorriso cínico nos lábios. — Não se contradiga, Gabriel.

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