Capítulo 156

425 Words

Duas noites antes... — Posso entrar? — A voz de Vitória era suave como seda, mas a pergunta era uma mera formalidade. O olhar dela já varria o interior do apartamento de Gabriel, avaliando, possuindo. — Acredito que nós dois temos muito o que conversar. Gabriel sentiu uma onda de fúria protetora. Aquela mulher, a fonte de toda a dor de Alessandra, estava profanando a entrada do seu lar. — Nós temos absolutamente nada para conversar — ele rosnou, a mão firme na porta, preparando-se para fechá-la na cara dela. — Some daqui. Ele começou a fechar a porta, mas ela foi mais rápida. Com um movimento ágil e uma força surpreendente, ela enfiou o sapato de salto agulha na fresta, bloqueando o movimento, e empurrou a porta com o ombro, forçando a entrada. Gabriel, pego de surpresa e hesitante

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