DUQUE NARRANDO. Ela deu um pulo na cama ao me ver e tentou puxar o lençol de volta, mas eu não deixei. Eu peguei a minha arma na cintura e segure, me aproximei dela e me sentei ao lado, com a arma ainda apoiada na minha perna. Ela me olhava diferente, parecia estar com medo ou sei lá, mas eu a olhei e cruzei os braços. — O que houve, Duque? — Ela falou assustada. — Eu vou te dar 5 segundos para me falar a verdade. — Eu falei engatilhando a arma. — Que verdade, cara? — Ela me olhou sem entender. — São 2 da manhã, pô... — Eu fico até o dia amanhevcer, mas tu vai me contar logo a verdade. — Eu a olhei. — De quem é esse filho? — Como assim? — Ela ergueu uma sobrancelha. — É seu, Duque, tá maluco? — Maluca tá você nesse c*****o. — Respondi irritado. — Não têm como esse filho ser meu, nun

