CRISTINA Eu estava ali esperando dentro do carro pela chegada do pesadelo, já estava entediada há mais de 20 minutos e nada de ele aparecer. Até que um homem de moto, com um fuzil nas costas, chegou, desceu do veículo e bateu na minha janela. Quando olhei, ele me encarou, mas não disse nada. — O que está pegando? Cristina: Sou a professora substituta que foi solicitada para visitar o morro. O senhor e o pesadelo? — Nem nos meus sonhos, mina! O pesadelo, o dono da p***a toda, não pôde vir. Qual é o seu nome, mina? Cristina: Meu nome é Cristina. Miguel: Cristina? Ele me olha surpreso e, em seguida, fixa o olhar no meu cordão que tem a letra H. —Eita, c*****o! O pesadelo vai ter um infarto hoje. Ele fala mais para si mesmo do que para mim, e isso me deixa confusa. — Você pode s

