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1199 Words

Já passa das onze da noite quando me despeço do meu amigo e dirijo de volta para casa. As luzes estão apagadas e penso que Alzira já deve estar dormindo. Cansado, me livro da minha gravata e sigo para o escritório. Preparo uma dose de uísque, me sento na cadeira atrás da enorme mesa de mogno e giro a mesma de frente para uma janela de vidro. Fico olhando para o extenso jardim quieto e silencioso, enquanto aprecio o gosto amargo da bebida. Penso em Val, nos poucos momentos que tivemos juntos, no quanto me senti bem ao seu lado. Deus, o quanto ela me conquistou em tão pouco tempo. Porque não a vi com outros olhos antes de Ângela? Teria me poupado tanto sofrimento. O dia já começa a clarear e a p***a do telefone não toca nunca. Esvazio meu terceiro copo e ligo para Alex. Ele atende no quinto

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