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1550 Words

Chamo o seu nome, mas ela apressa os seus passos. Seus braços envolvem o seu corpo, pois a noite está fria e ela está desprotegida. — Val, para, por favor! — insisto, porém, ela continua. Acelero ainda mais e assim que a alcanço, puxo o seu corpo ao encontro do meu. — O que você está fazendo, garota? Já é tarde para andar sozinha pelas ruas! — rosno irritado e seguro em seus ombros. — Desculpe! — Ela pede com um fio de voz. — Eu sou má, não sou? Eu só faço m*l as pessoas. — O quê? Me pergunto atordoado e ela começa a chorar. Imediatamente toda a raiva e irritação me abandona e eu a abraço. Com esse gesto, não contenho as minhas lágrimas. O que te fizeram, minha pequena? Beijo com suavidade o topo da sua cabeça e a seguro em meus braços, e a levo para o meu carro. Dirijo em silêncio, com

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