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MEU PORTO SEGURO. Observo Alberto se afastar para atender o telefone e me porque ele me escolheu? Porque logo eu que não sou digna desse homem, ou de qualquer outro? Suspiro cansada e penso em esperar do lado de fora da casa, quando percebo Alzira se aproximar com um sorriso aberto de canto a canto de sua boca. — Valquíria, que bom vê-la por aqui de novo! — Ela diz me deixando sem graça. — Veio passar essa noite conosco, imagino? — Seus olhos vão para pequena mala de couro vermelho em minha mão e sinto meu rosto queimar. — É… sim — gaguejo. — É que… Alberto me convidou. Espero que não tenha problema. — Não há problema algum. — Ela me diz. — Venha, vou levá-la para um dos quartos de hóspedes. — Enquanto fala, penso que Alberto gostaria de dormir com Alberto, pois justo hoje, os meus dem

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