Três horas da manhã Anthony teve outra crise, embora mais fraca me deixou alarmada. Depois disso fui levada para fora do quarto e deixada no corredor, nem mesmo Diego conseguiu continuar parado, dei a chave de casa para ele buscar alguma coisa seca para mim, mas já são oito e meia da manhã, acabei sentando no chão e pegando no sono, molhada, cansada com fome e frio. — Você deve ser Emma. Sei que se refere a mim, mas estou com os olhos pesados. — Emma? Abro os olhos assustada e encontro Diego com um monte de roupa na mão e um outro homem. O homem, um médico, de cabelo castanho seco, olhos cor de um mel perfeito e barba por fazer, me olha curioso. — Vista alguma coisa seca, e depois passe no quarto dele para a gente conversar. Ele vira as costas e me deixa sozinha com Diego. —

