Urso narrando
Sigo para casa pra descansar um pouco, o bagulho não tá fácil não. Toda a minha admiração pelas mães solos, eu sou pai solo e sei que o bagulho não é fácil. E olha que eu tenho a tal rede de apoio, minha tia, Dora, dá uma ajuda do caramba, já que nenhuma p o r r a de babá dá certo nessa casa, e até o marrento já ajudou também, afinal ele é o padrinho e tem que comparecer também.
Faz 6 meses que eu tô nessa. 6 meses que a mãe da Ayla morreu do nada. m*l súbito, é f o d a. Embora eu não tivesse nenhum sentimento por ela, ela era mãe da minha filha e eu não queria que a minha pequena crescesse sem mãe, sem esse amor. Eu cuido dela direitinho e pá, fui aprender de tudo pra cuidar dela, mas esse negócio de ser carinhoso pra mim ainda é difícil, queria me doar mais pra ela, mas é f o d a, mato e morro por ela, é a minha cria, mas demonstrar ainda é difícil.
Chego cansadão no meu barraco e tá minha tia e Ayla no tapete da sala. Ela engatinha e fica de pé se segurando nos móveis, logo mais já vai estar andando. Ela é uma bebê linda, isso eu sei reconhecer e não é querendo me gabar não, mas ela não tem nada da Mabel, ela é todinha eu e lembra muito a minha mãe também. Inclusive se ela fosse viva, seria ela, feliz da vida, rolando no chão com a Ayla.
Dora: - Chegou filho. Hoje ela não quis por nada tirar a soneca, viu. Tá cada dia mais bagunceira. – ela diz fazendo cosquinhas na Ayla que se acaba de rir, eu dou um pequeno sorriso vendo a cena. – Vou levar ela comigo já filho, assim você descansa.
Urso: - Valeu aí tia. Vou tentar achar outra babá essa semana. – ela se aproxima de mim com a Ayla no colo e eu a pego cheirando a sua cabecinha
Dora: - Você tá cada dia mais a cara da minha irmã, nem eu que sou gêmea dela nunca fui tão parecida. – ela põe uma mão no meu rosto e diz com um misto de saudade e tristeza na sua voz, o que me deixa um pouco desconfortável. Elas eram gêmeas, mas não idênticas, de fato elas não eram tão parecidas, pelo menos do que eu me lembro de quando eu era adolescente.
Fico sem graça, sempre fico quando ela toca nesse assunto. Sei que pra ela é difícil também, a única irmã dela, praticamente ela é sozinha, de família só tem a Ayla e eu, que não sou grande coisa. Pelo menos ela tem umas amigas aqui no morro. – Bom, vamos gatinha. – eu dou a Ayla para ela, que me dá um beijo no rosto e vai embora.
Subo pro meu quarto e pago aquela ducha gelada, coloco uma cueca boxer molhado mesmo e me jogo na cama, coloco o celular pra despertar e adormeço quase que imediatamente.
Quando o celular desperta acordo parecendo que fui atropelado, mais cansado do que quando deitei, como que pode isso.
Levanto e tomo outro banho, aproveito e lavo o meu cabelo. Fora do box eu pego a navalha e dou uma acertada na barba. Gosto de usar um hidratante por causa das tatuagens, então depois do banho eu passo no corpo todo, assim também já fico no pique, todo cheiroso do jeito que as p i r a n h a s gostam. Bruto sim, largado nunca. Passo um dos meus perfumes importados e separo o kit, cueca branca, bermuda jeans branca, camiseta branca da Lacoste e um tênis da Nike Air Max todo preto.
Me visto, só não coloco a camiseta, deixo pendurada no ombro. Coloco alguns anéis e pulseiras de ouro branco, por incrível que pareça não curto tanto corrente, então coloco apenas uma mais fina.
Olho as horas e já são 23 horas, pego a glock e coloco na cintura, pego o celular e na garagem pego a minha moto Kawasaki ninja ZX preta com detalhes verdes, sem capacete mesmo, é claro.
Ligo a moto e os menor no portão já aciona ele que levanta e eu acelero pra fora e saio disparado na rua sentido a quadra, com os meus seguranças na contenção.
Claro que eu chego lá e já tá o fluxo, corredor pro patrão passar da entrada até o camarote e chegando lá já tá como sempre daquele jeito, cheio de aliado e de p u t a, muita bebida e d r o g a rolando. Logo que eu apareço as p u t a s já ficam ouriçadas e eu já escolho a primeira da noite pra tacar. Nem falo nada, só puxo pelo braço direto pro quartinho e a p i r a n h a vem feliz da vida né, pois já entra tirando a roupa e por mim nem precisava disso tudo, tá de vestido era só levantar um pouco.
Coloco o meu m e m b r o pra fora e o olho da p i r a n h a até brilha. Eu me m a s t u r b o um pouco vendo a p i r a n h a já se tocando com cara de s a f a d a. Pego um preservativo e deslizo no meu p a u. Viro a s a f a d a na mesa e entro nela todo de uma vez fazendo ela gemer alto.
Soco fundo o forte na v a d i a que geme sem parar gostando do meu jeito bruto de f o d e r ela, aproveito e dou vários tapas na sua b u n d a deixando a marca dos meus cinco dedos. Quando estou perto de g o z a r eu saio de dentro dela e tiro o preservativo.
Ela se ajoelha e começa a me chupar, eu pego em seus cabelos ajudando com os movimentos, socando na boca dela até alcançar sua garganta onde eu logo g o z o fazendo ela engolir tudo, o que ela faz com cara de s a f a d a, passando a língua nos lábios em seguida.
Eu deixo ela ali e vou ate o banheiro me limpar e me ajeitar, pois já já tem mais, tem outras.
Urso: - Bora, tem segundo round contigo não. – digo grosso quando volto do banheiro e ela ainda está lá n u a. Ela faz uma cara de decepção e se veste rapidinho e a gente sai do quartinho.
De volta ao camarote parece que está ainda mais cheio. Cumprimento os aliados e preparo um copo com uma dose dupla de whisky puro, sem gelo, nem nada. E num gole só mando pra dentro.
Marrento: - Tá no pique hoje hein. – ele diz tomando um gole do seu copão de whisky com red bull e gelo de água de côco. – Já comeu a primeira, já tá mandando whisky puro pra dentro. Vai ficar loucão hoje de novo e eu vou ter que dar plantão dobrado de novo nessa p o r r a! – diz já bolado
Urso: - Quem é o patrão? – pergunto arrogante
Marrento: - P o r r a Urso, tem que dar uma segurada irmão. – ele n e g a com a cabeça
Eu ignoro ele e fico trocando idéia com os caras, bebendo, fumando uma erva, observando os menor vendendo as carga tudo. Baile bombando, as p u t a jogando. Já coloquei uma no meu colo, uma paty que gosta de colar aqui pra me dar.
Enfiei a mão por dentro do vestido dela e deslizei dois dedos pra dentro da sua b u c e t a molhada e tô aqui torturando, vendo ela se contorcer no meu colo.
Urso: - Não g o z a! – digo no pé do seu ouvido e ela assenti com o rosto todo corado.
Ninja: - P U T A MERDA! Ela veio! – ele fala alto e animado olhando pra baixo, pra pista do baile, chamando a nossa atenção.
Marrento: - Quem? – pergunta curioso.
Ninja: - As meninas! – ele diz como se fosse óbvio e o meu cérebro dispara.
Eu e o marrento levantamos, eu praticamente jogando a p u t a do meu colo. Vamos até a grade de barra de ferro onde ele está. Eu procuro com o olhar para onde ele está olhando e vejo a Kiara e a Melissa, da loja de roupas e a menina da padaria que agora não eu me recordo do nome, mas sei que estuda com a Kiara e são amigas. C a r a l h o, que m e r d a elas tão fazendo aqui? Penso bolado.
Olho pro Marrento que tá passando a mão no rosto e respirando fundo, eu ergo uma sobrancelha meio sem entender.
Urso: - Vai lá Ninja, manda tua mina que não sabe que é tua mina subir e trazer as amigas com ela. Vai lá, tô te dando essa moral. – digo disfarçando e o Marrento balança a cabeça concordando.
Ninja: - É pra já! – ele segue no mesmo minuto pra pista.