Liz Minha sala parecia uma zona de guerra decorada. Balões azuis e dourados lutavam por espaço com os brinquedos da Mel, enquanto o cheiro do bolo de baunilha no forno tentava — e quase vencia — o aroma de café, que ainda era meu combustível oficial. Theo agora era uma força da natureza. Aos doze meses, ele não era mais aquele bebê estático que eu segurava no colo há um ano. Ele já ficava de pé sozinho, ensaiando passos enquanto se segurava nos móveis, movido por uma curiosidade que desafiava minha paciência e a gravidade. — Ele pegou o batedor da batedeira de novo! — Alex exclamou da cozinha. Ele surgiu no corredor com o pequeno nos braços, que ria triunfante, brandindo uma espátula suja de glacê como se fosse um troféu. Eu parei de organizar as lembrancinhas e ri. Olhei para Alex e v

