Os irmãos Winchesters me "adotaram" a uns dez anos atrás. Meus pais verdadeiros eram detetives que chegaram perto demais do mundo sobrenatural... Os demônios pegaram eles. Tinha apenas doze anos quando isso aconteceu. Não tinha mais ninguém, sem avós, tios ou tias... Estava sozinha.
Quando meus pais ouviram a porta da frente ser arrombada, minha mãe me escondeu num armário da cozinha.
- não saia daí. Não importa o que escute. Não saia. Lembre-se minha filha, eu e seu pai te amamos mais que tudo. - é a minha última lembrança da voz dela... Depois gritos e barulhos de corpos caindo ao chão.
Depois de dois dias, os Winchesters chegaram. Eu estava em estado de pânico, não iria sair dali por nada, mas um pequeno deslize fez uma lata de milho rolar pra fora do armário, chamando a atenção deles.
- quem está aí?! Somos FBI. Saia agora!!! - o homem de terno preto com a arma apontada pra frente falou entrando na cozinha. Seu cabelo era loiro, seus olhos verdes. Ele parecia os bonecos que tinha.
- Dean... No armário. - um homem alto com cabelo de tigelinha viu meu olho atravéz da fresta da porta.
O homem alto se aproximou e abriu a porta do armário. Estava em estado de choque total. Não conseguia falar ou sair dali.
Ele me pegou no colo e me levou com eles até um hotel, onde me deu banho e comida. Os dois nunca mais me deixaram sozinha desde então. São como meus irmãos.
Dean foi sempre superprotetor comigo, mas já me acostumei a lidar com isso... Ele nunca me deixa caçar com eles ou fazer qualquer coisa perigosa. Eu ficava apenas com as pesquisas e sem sair do bunker sem permissão. Sam já era mais "de boas", sempre me explicou tudo, desde como usar um absorvente, até a cuidar do cabelo, já que ele tem um cabelo de Rapunzel.
- Dean, sammy! Acho que temos um caso! - falei virando o computador pra eles. Eu usava minha típica roupa de ficar em casa, uma camiseta do Dean velha e um shorts.
- " ex-striper volta pra matar as companheiras depois de instalarem uma sala particular com seu nome"? Isso não é um caso. - Dean falou olhando pra mim.
- é quando a ex-striper morreu a dois dias... - falei abaixando mais a tela. - posso ir com vocês?! - perguntei animada, afinal, eu que tinha achado o caso.
- não. Sam prepara as coisas. - Dean respondeu.
- a qual é Dean!!! Eu que achei esse caso! Tenho o direito de ir! Eu fico no carro! Prometo! - fiz a minha carinha de pidona que sempre funciona. - purfavorzinho!
- Dean... Deixa ela ir. Ela fica no carro. - Sam se juntou a mim pra convencer Dean.
- tudo bem. Mas nada de sair da baby! - falou depois de revirar os olhos.
Arrumamos nossas coisas e partimos. A cidade ficava a umas seis horas do bunker, então ficamos num hotel ali perto. Enquanto Sam e Dean faziam o check-in, eu analisava a casa de dança erótica que ficava do outro lado da rua.
Vi que tinham uma placa bem grande com uma mulher dançando. Logo embaixo, uma placa menor e discreta " estamos contratando".
- pronto! Você fica no quarto 338 e nos no 339. - Sam falou me entregando a chave.
- não sei por que precisa de um quarto separado! - Dean falou olhando pra chave em minha mão.
- porque Dean, apesar de você ainda me ver como uma criancinha, eu sou uma mulher que precisa de privacidade! - falei andando até o elevador e deixando eles ali.
Depois que cheguei no quarto tomei um banho quente e arrumei as coisas, ficaria de olho nas câmeras do clube de striper, que consegui hackear com muita facilidade, já que sou muito boa nisso. A porta bateu me fazendo tirar os olhos da tela.
- pode entrar! - gritei.
Dean e Sam entraram de terno, prontos pra fazer uma vistoria no lugar disfarçados de agentes do FBI.
- deixa eu adivinhar, Dean não consegue fazer o no na gravata? - falei olhando pra gravata aberta pendurada no pescoço dele.
- eu consigo, mas eu gosto quando você faz, suas mãozinhas são melhores! - me respondeu parando na minha frente.
Me levantei e comecei a fazer o nó na gravata dele. Enquanto isso, Sam se sentou e ficou olhando o computador.
- conseguiu acessar as câmeras fácil assim? - me perguntou.
- claro que sim! É muito fácil até! - falei olhando pra gravata de Dean. - prontinho... Só falta... - comecei a arrumar o colarinho de Dean passando meus dedos no pescoço dele, sem querer, mas vi que a pele dele se arrepiou e seus olhos estavam na minha boca. Me afastei sorrindo pra ele, que disfarçou.
- vamos sammy?! - tossiu chamando a atenção de Sam.
- sim! Estuda pequena, qualquer coisa que acontecer, pode me ligar ok? - Sam falou me abraçando.
- sammy vocês vão estar do outro lado da rua, e eu posso ver vocês! - apontei pra tela do computador.
- mesmo assim!
- não abra a porta pra ninguém, não beba nada do mini bar, e... Fica aqui sem se mexer ok?! - Dean falou chegando perto de mim.
- eu tô sentindo que vocês não colocam fé em mim! - dei risada e eles sorriram. - eu vou ficar bem! Prometo! Não vou abrir a porta, nem beber nem fazer nada que você faria. - apontei pro Dean que revirou os olhos. - vocês tomem cuidado! Amo vocês!! - falei fechando a porta do quarto.
Voltei a sentar e encarar as câmeras de segurança, esperando eles entrarem. Se passaram mais de trinta minutos e nada. O que é estranho, por que, o club é na frente do hotel. Meus pensamentos se perderam quando alguém bateu forte na porta. Me levantei devagar, com a arma em mãos. Não sabia o básico de autodefesa, já que Dean sempre insistia que não precisaria, já que ele iria me proteger, mas sammy sempre me ensinou escondido.
Abri a porta e apontei a arma pra pessoa parada ali.
- MEU DEUS S/N!! QUEM TE DEU ISSO?! - Dean falou bravo. Abaixei a arma revirando os olhos.
- o que aconteceu?! Vocês não entraram! - falei dando passagem pra eles.
- o guarda não deixou a gente entrar. Disse que só deixaria com um mandando. - Sam explicou.
- então voltem lá como clientes e entrem lá! - falei como se fosse óbvio.
- clientes não tem acesso ao camarim, onde falaríamos com as dançarinas... - Dean explicou.
- então vamos achar um jeito de invadir por trás... E... - Sam começou a explicar mas eu interrompi.
- e se eu for? - falei e os dois me olharam confusos. - eles estão contratando e aposto que se eu for consigo... Assim eu tenho acesso ao camarim e faço as perguntas pras meninas...
- nem pensar! - Dean interrompeu.
- me escuta pelo menos! Eu não vou fazer nada perigoso! Seria meu primeiro dia, eles nem vão deixar eu subir no palco e...
- NÃO! - me cortou de novo.
- EU POSSO AJUDAR!
- VOCE AJUDA FICANDO AQUI! SEGURA!
- MAS SEM MIM VOCÊS NÃO CONSEGUIRAM ENTRAR! - respondi. - eu posso ajudar de verdade! Me deixa fazer isso!
- não! E já chega! - falou indo em direção ao banheiro do meu quarto.
- VOCÊ PRECISA PARAR DE ACHAR QUE EU SOU UMA CRIANÇA DEAN! EU CONSIGO FAZER ISSO! E MESMO QUE VOCÊ NAO DEIXE, EU VOU!
- Dean... Ela pode ajudar a gente. - Sam falou depois de algum tempo.
- COMO É?! VOCÊ ESTA APOIANDO ESSA IDEIA ESTÚPIDA?! - ele falou abrindo a porta do banheiro e apontando pra Sam. - você não vai! - apontou pra mim.
- quem vai me impedir?! - falei desafiando ele.
- não começa mocinha! - ele me respondeu ficando na minha frente, com aquele olhar de bravo.
- a gente pode dar uma chance pra ela. - Sam falou atraindo a atenção de Dean. - ela tem razão, não vão colocar uma iniciante pra dançar... Ela provavelmente vai ficar como garçonete ou ajudante...
- não. - ele respondeu.
- quer parar de ser cabeça dura?! Ela consegue fazer isso! S/n se prepara, você vai. - Sam respondeu.
- ISSO! - comemorei e Dean nós olhou bravo.
Depois daquela discussão, eu desci até o club e pra minha sorte, o dono me contratou sem muitas perguntas.
- aqui é o palco. Você vai dançar no poste um. Terá três músicas. Na primeira é uma dança comum. Na segunda você tira a parte de cima. Na terceira você tira a parte debaixo. Entendeu?! - o homem com bigode me explicou tudo.
- eu vou dançar? - perguntei hesitante. - é minha primeira noite!
- não importa, esse é o trabalho, pegar ou largar! - ele me respondeu grosso. - então o que vai ser?!
- tudo bem.
- ótimo! Vá se preparar, abrimos em duas horas!
O homem de deixou no camarim e foi embora. Liguei pra sammy avisando que tinha conseguido o trabalho, mas que Dean não ia gostar. Sam me avisou que Dean estava bravo, e nem falou com ele. Seria uma longa noite.
Comecei a fazer algumas perguntas pras meninas ali, e pra minha surpresa, elas era tão simpáticas que respondiam tudo. Me contavam dicas pra ganhar mais gorjetas e como faziam pra não deixar o poste machucar suas pernas.
Liguei pra Sam alguns minutos antes de começar o show.
- oi sammy? Tenho algumas informações...
- oi! Fala! Como estão as coisas aí?
- estão bem... As meninas são simpáticas e responderam minhas perguntas... A ex-striper foi cremada, a única coisa que restou, foi a sala pra dança particular com seu nome...
- vamos ter que queimar a sala?
- sim... Sammy? Dean ainda está bravo comigo?
- sim... Comigo também. Mas não se preocupe com isso. Você está fazendo o certo. Está ajudando a gente. Quando isso acabar, ele vai perceber isso. Boa sorte!
- obrigada sammy...
Desliguei o telefone.
O clube abriu depois de alguns minutos, os clientes começaram a chegar, mas nada dos meninos. Agradeci por isso, afinal eu seria a próxima a entrar e seria melhor que eles não chegassem.
Eu usava um conjunto de lingerie preta de renda quase transparente, com um salto transparente de quinze sentimentos. Meu cabelo estava solto e as meninas espirraram um spray com glitter na minha pele, pra atrair mais atenção. Eu estava confiante. Me sentia sexy e poderosa. Usava um batom vermelho forte, com um delineado gatinho.
- agora, no palco um, recebam nossa mais nova striper! Aplaudam s/n! - o DJ me apresentou e eu segui pra o poste ali na minha frente. Um pé na frente do outro, rebolando como se estivesse num grande desfile.
A música começou a tocar e comecei a me movimentar do jeito mais sexy que podia. Não conhecia muita coisa, mas sabia que os homens ali estavam gostando do que eu fazia, então continuei agindo igual uma louca. Lambia o poste e os homens gritavam. Me abaixei e quiquei no chão com minha b***a empinada. Assim que me levantei, vi os Winchesters ali... Bem na porta me olhando com a boca no chão.
Sorri mostrando meus dentes e continuei a dança. Vi a cara de Sam de vergonha e desviar o olhar, mas Dean... Estava enfeitiçado em mim. E aquilo era bom. Me sentia bem fazendo aquilo... Gostava do jeito que Dean me olhava. Com os olhos de caçador dele, e eu era sua presa.
A segunda música começou e o homem de bigode fez um sinal para que eu tirasse a parte de cima. Fiz do jeito mais sexy que podia, Sam foi para o bar, ficando de costas pra mim, Dean ainda estava ali na frente do palco. Assim que meus s***s ficaram expostos, os homens ali gritaram e jogaram dinheiro no palco. Pra provocar o Winchester, joguei meu sutiã em sua direção, ele pegou sem tirar os olhos de mim. Apertei meus s***s, soltando um gemido alto pra provocar ainda mais os homens ali. Dean estava ficando cada vez mais hipnotizado, eu sabia, ele não tirava os olhos de mim. Parecia que pularia naquele palco a qualquer momento.
Me esfreguei no poste, sentindo o metal gelado nos meus s***s, causando um arrepio gostoso. O chão estava coberto de dinheiro. A música acabou e eu sabia o que aquilo significava. Teria que tirar a última peça. Sorri maliciosa pra Dean, que fez a cara de bravo... Mas agora estava diferente... Não era uma cara de bravo, e sim, e******o. Aos poucos arranquei a última parte, me deixando totalmente nua na frente de todos ali. Mas a única pessoa que via, era Dean Winchester. Joguei minha calcinha na direção dele que pegou como um ninja. Comecei a fingir me tocar, apertando os s***s e gemendo. A plateia estava louca, e Dean também. Eu conseguia ver o volume de sua calça dali. Dei um tapa estralado na minha b***a quando a música acabou, e mandei um beijo pra Dean. Sai do palco e coloquei outra fantasia. De enfermeira sexy. Mais clichê que isso não existe.
- s/n?! Tem uma dança no particular! Sala Victoria! Anda logo! - o homem de bigode falou. Era a mesma sala que eu teria que botar fogo. A sala com o nome da ex-striper. Ótimo. Teria que dançar num estranho e depois queimar a sala! Literalmente.
Cheguei na porta da sala, respirei fundo e abri. Pra minha sorte, era Sam e Dean.
- FINALMENTE! - gritei fechando a porta. Sam desviou o olhar assim que me viu, Dean tentou fazer o mesmo, mas ele falhou miseravelmente. - Sam? Trouxe o que eu te pedi? - perguntei cortando o climão.
- ah claro! Desculpe! - me entregou meu sobretudo preto.
- obrigada! - vesti e finalmente Dean olhou nos meus olhos. - então... Vamos começar a colocar fogo aqui?!
- sim! Por favor! - Sam falou.
Ele tirou a gasolina da mochila que levava, mas antes que jogasse no chão, a sala esfriou.
- sammy, vai logo! - falei apressando ele.
Dean ajudava a jogar gasolina na sala toda.
Senti meu corpo ser empurrado contra a parede e uma mulher fantasmagórica parar na minha frente.
- ninguém é melhor do que eu!!! - ela falou e eu senti um aperto ao redor do pescoço.
- Dean... Sammy... Vai logo...- falei tentando puxar o ar.
- S/N!!! - Dean gritou e começou a andar na minha direção, mas antes que desse mais um paço, Sam ergueu o isqueiro e jogou no chão. A mulher deu um grito e eu vi seu corpo desintegrar. Cai no chão puxando e ar, mas antes que me levantasse, Dean me pegou no colo e me tirou daquela sala. As gritarias começaram e saímos de lá junto com a multidão.
- Dean... Eu já posso ir não chão agora... - falei do lado de fora, enquanto ele me carregava até o hotel.
Ele não falou nada, apenas me colocou no chão. Entramos no hotel e eu fui pro meu quarto, e comecei a arrumar minhas coisas, já que Dean insistiu que fossemos embora agora. Não discuti, ele já estava bravo o suficiente comigo. Arrumei minhas coisas o mais rápido possível, nem me troquei, estava de sobretudo mesmo. Não teria problema.
Desci com minha mala e encontrei os dois no carro.
- não podia ter colocado uma roupa?! - Dean falou pela primeira vez comigo.
- você falou pra ser rápida, fui rápida. E o sobretudo está cobrindo meu corpo... Então... - falei entrando no carro.
Ouvi um xingamento dele, mas ignorei. Sentei atrás de sammy, que dormiu a viagem toda. Dean me olhava pelo retrovisor toda hora, quase batendo o carro algumas vezes.
- tem alguma coisa pra falar, eu Winchester? - ele não gostava quando eu chamava ele assim, mas eu amava. Dean me olhou pelo retrovisor e balançou a cabeça em negativo. - então por que está me olhando? - retruquei.
- não estou. - ele me respondeu grosso.
- se você diz. - balancei os ombros. - está quente aqui né... - desabotoei alguns botões do sobretudo, mostrando que ainda estava com a fantasia. Vi os olhos de Dean queimarem minha pele, sua mandíbula fechar e suas mãos apertarem o voltante. Sorri satisfeita com a provocação. Pelo menos ele não me via mais como uma garotinha.
Depois de seis longas horas, chegamos em casa. Sam foi direto pro seu quarto e eu fui pro meu. Dean foi pra cozinha, provavelmente foi beber.
Tomei um longo e relaxante banho, tirando a fantasia, e todo aquele glitter. Me joguei na cama, com os cabelos ainda um pouco molhados e de toalha. Uma batida na porta me chamou atenção.
- pode entrar! - falei achando que seria sammy. Mas pra minha surpresa era Dean. - Winchester, o que está fazendo aqui? - perguntei e ele fechou a porta com o pé. Colocando a cerveja dele na cômoda perto da cama.
Eu levantei da cama e parei na sua frente.
- veio conversar, Winchester?
- você não pode fazer isso! - ele respondeu olhando nos meus olhos. - sabe o quanto eu estou bravo?! Sabe... O quanto... - eu interrompi ele.
- bravo? Pelo o que eu vi lá no palco... Você está a sentindo outra coisa. - falei sorrindo. Sua mandíbula fechou e ele olhou nos meus olhos, descendo até minha boca.
- você... Não sabe do que está falando. - ele falou voltando a atenção nos meus olhos.
- tudo bem então... Winchester. - me virei e segui até meu armário. Ouvi os passos de Dean irem até a porta, mas antes de abrir, ele parou e hesitou.
- você tem noção do quanto eu tive que me segurar hoje?! - ele falou se virando, mas ainda ficando perto da porta. - sabe o quanto foi difícil ver todos aqueles caras nojentos te olhando?! O quanto eles gritavam coisas horríveis pra você?! Sabe como eu me senti vendo aquilo?! Você... Sabe o quanto de raiva eu fiquei?! Aqueles homens te olhando e te desejando... Você... não pode fazer isso!
- não vejo o que tem de tão errado nisso. - falei balançando os ombros.
- o que de tão errado?! Você... Você não... Não! Não pode! Eu... Você! Não vai mais ir em casos com a gente!
- isso é injusto! Só por que você está com ciuminho?! Ridículo! Eu me sai muito bem! E posso muito bem voltar lá e dar pra todos aqueles caras, e você não vai ter nada haver com isso! - respondi e ele me olhou de um jeito que nunca olhou. Um misto de raiva, medo, confusão e... Excitação?!
- você não vai fazer isso! Eu te proibido! - ele me respondeu depois de alguns segundos.
- grande coisa! - respondi balançando os ombros. - sabe o que mais, Winchester? Eu transei com um cliente. E foi muito bom! - menti na cara dura.
- COMO É QUE É?! - ele gritou se aproximando de mim.
- ISSO MESMO! ELE ERA ENORME! - provoquei chegando mais perto. - sinceramente, não sei como eu consegui andar depois!
- você... Você... - ele não conseguia falar.
- e ele me deu o número dele... Acho que vou ligar... Talvez eu possa ganhar mais dinheiro!
- você não vai fazer isso! - ele chegou tão perto que sentia sua respiração.
- e quem vai me impedir?! - provoquei chegando mais perto.
Senti meu corpo bater contra a parede com força, o corpo de Dean bateu contra o meu me prendendo. Ele segurou minhas mãos acima da cabeça. Me imobilizando.
- eu vou! - ele falou olhando pra minha boca, voltando aos meus olhos.
Senti seu lábio pressionar os meus, e logo sua lingua pediu passagem, que cedi com todo o prazer. Nossas línguas encostaram uma na outra, e foi como uma corrente elétrica passando pelo meu corpo. A mão livre de Dean me agarrou pela cintura, me puxando contra si, descendo delicadamente em direção a minha b***a, dando um aperto forte que me fez arcar contra seus lábios.
Dean soltou minhas mãos que caíram sobre seus ombros, passando pelo seu pescoço, puxando ele pra mais perto. Com a outra mão, Winchester puxou minha perna pra cima, agarrando minha coxa, indo em direção a minha b***a por baixo da toalha.
Sua mão era quente e grande, senti o mesmo deixar um apertão mais forte que o primeiro.
Sua boca se separou da minha, e começou a descer, deixando beijos molhados no meu pescoço, fazendo questão de deixar marcas. Meus dedos se enrolaram no seu cabelo enquanto minha cabeça caiu para o lado, dando mais espaço pra ele.
- win... Winchester... - gemi baixinho, mais o suficiente pra fazer ele sorrir contra minha pele.
Seus beijos foram subindo até se encontrar com a minha boca de novo.
Dean separou nossos lábios e sorriu olhando pra mim.
- não teve nenhum cliente né? - perguntou com a voz rouca.
- não. - respondi sorrindo. - mas eu gosto de provocar você...
- sua... - ele me beijou de novo, dessa vez mais apaixonado e lento. Agora ele me provocava.
Meu corpo saiu do chão, Dean me pegou no colo sem descolar nossas bocas. Passai minhas pernas pela sua cintura, me prendendo nele. Senti meu corpo cair no colchão com o peso do corpo de Dean em mim.
- você... Nunca... Mais... Me... Provoque... Daquele... Jeito...- Dean falou descendo os beijos pro meu pescoço de novo. Logo ele abriu minha toalha me deixando nua de novo. Ele desceu os beijos até meus s***s, abocanhando um deles, chupando e dando pequenas mordidas. - sabe... O... Quando... Eu... Me...segurei... Pra... Não... Bater... Naqueles ... Homens? - falou dando pausas pra voltar a beijar meus m*****s enrijecidos de t***o.
- hum...- gemi querendo falar alguma coisa, mas não consegui.
- você... É ... Minha. E só minha. Entendeu? - Dean falou subindo os beijos de novo. Parando na minha boca deixando uma beijo molhado. Depois desceu e passou direto para minha barriga, lambendo ela toda, me fazendo arrepiar.
Senti sua respiração na minha i********e e depois sua língua quente me explorando, até achar meu ponto sensível.
Passei os dedos nos seus cabelos, e com a outra mão tapei minha boca, impedindo os gemidos de sair.
- eu quero ouvir... - Dean falou para do de me lamber.
Tirei a mão da boca e segurei o lençol.
Sua lingua fazia movimentos circulares ao redor do meu c******s, chupando enquanto isso. Senti seu dedo deslizar pra dentro de mim com facilidade, já que estava tão excitada que não conseguia me conter.
- Dean... Eu... - gemi sentindo outro dedo entrar em mim, fazendo minhas costas arquear e eu rebolar contra sua face. Em gemido alto saiu da minha garganta, senti minha barriga doer e eu me contrair contra seus dedos. Minhas pernas tremeram ao redor da sua cabeça. Dean sugou todo meu liquido, me excitando mais ainda. Começou a subir os beijos de novo, mas dessa vez, ele parou pra tirar a própria roupa.
Senti seu peso cair sobre mim de novo, seu abdômen bater contra meus s***s, fazendo uma corrente elétrica correr por mim.
Ele sorriu e voltou a me beijar. Pude sentir meu próprio gosto em sua lingua me deixando mais excitada.
Inverti as posições, ficando sentada por cima de Dean. Abaixei sua calça junto com a cueca, sem desgrudar da sua boca.
Comecei a massagear seu m****o, sentindo ele pulsar sobre minha mão. Me levantei um pouco e encaixei Dean na minha entrada. Desci lentamente abrindo minha boca pra soltar um gemido. Ele era grande, muito grande. Pude sentir ele me rasgando por dentro, mas era maravilhoso. Desci ate sua base, sentindo ele dentro de mim por inteiro.
- porra... Você é... Apertada... - Dean gemeu apertando minha b***a com suas mãos.
Comecei a me movimentar pra frente e pra trás, rebolando contra ele. Encostei minha cabeça no ombro dele, sentindo seus beijos no meu pescoço. Apertei minhas unhas contra sua pele, sentindo o maior prazer que já senti na minha vida.
- Dean... - gemi na sua orelha, fazendo ele inverter as posições, ficando por cima de mim. Ele começou a estocar forte e lento, indo tão fundo, tocando meu p*****g. Minhas mãos passeavam pelas suas costas, deixando algumas marcas ali. Dean atacou minha boca como um tigre, dando algumas mordidas no meu lábio. Senti suas mãos apertarem minha coxa e ele começar a gemer mais alto. Ele estava perto. Sentia ele pulsar em mim, enquanto começou a me penetrar mais rápido e forte. Meu corpo tremeu e meu ventre contraiu com seu m****o. Senti Dean me apertar mais forte e morder meu pescoço, gemi contra seu ouvido, deixando beijos molhados ali. Seu liquido quente escorreu pra dentro de mim, quanto ele diminuía a velocidade.
Seus olhos encontraram os meus, enquanto tentava recuperar a sua respiração.
- isso foi... - começou a falar mas não conseguiu terminar a frase.
- bom... Muito bom. - terminei a frase dele, fazendo um carinho em seu rosto.
Ele sorriu e beijou minha mão.
- eu te amo. - falou olhando nos meus olhos.
- eu sei. - sorri de volta.
- não... Eu te amo muito mais... Te amo como um homem ama uma mulher... - ele explicou me fazendo sorrir mais ainda.
- eu sei. - respondi beijando ele de volta. - eu também te amo, winchester. - sorri pra ele sentindo ele sair de dentro de mim.
- você é impossível. - ele sorriu fazendo carinho na minha bochecha com os dedos, se sentando ao meu lado.
- sou é? - perguntei me fazendo de desentendida.
- você consegue me provocar falando uma simples palavrinha... Me deixa louco. - sorriu e se aproximou pra me beijar.
- eu sei disso... Winchester... - sorri contra seu lábio.
Não sabia como ficaríamos depois daquela noite, mas eu tenho certeza que vou ter dificuldade pra andar na manhã seguinte.