Capítulo 237

1032 Words

Vespa narrando O cheiro de sangue ainda pairava no ar quando eu acende um cigarro no canto da sala. O corpo dilacerado de MV balançava levemente, suspenso, como um troféu da guerra que havia acabado ali. Eu solto a fumaça devagar, os meus olhos fixos em Natalia, que agora limpava as mãos com calma, como quem termina um trabalho qualquer. — Vou te falar, hein... — digo com um tom de respeito cru e brutal. — Tu é criativa pra c*****o nessas torturas. Natalia não respondeu de imediato. Apenas olho para o chão sujo de sangue e depois para o corpo de MV, agora completamente sem vida, um eco do homem arrogante que um dia se achou intocável. — Ele se achava maior que tudo. — ela respondeu, com a voz firme. — No fim, tava ali… implorando como um rato preso na ratoeira. Eu sorrio torto, puxa

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD