Capítulo 155

1361 Words

Vespa narrando Eu nunca imaginei que um dia estaria nessa situação. Isso só pode ser a p***a de um pesadelo, resmungo entre os dentes, marrando um pano ensanguentado contra o próprio braço, por causa do tiro de raspão do filha da p**a do Tubarão. O maldito do Tubarão tinha uma mira horrível, mas nem por isso o tiro deixo de acertá. E agora, em vez de estar descansando ou, sei lá, devolvendo a bala pra aquele desgraçado, estava aqui. De joelhos, suado, ajudando a minha mulher a trazer nossas crias ao mundo. Eu olhou para a minha mulher em trabalho de parto, o seu rosto contorcido de dor, as suas mãos agarradas ao lençol sujo. — Respira, amor – sem muito jeito. – Não sei nada disso, mas acho que tem que respirar. – Falo. Ela gritou, e eu se xinguei mentalmente por ter aberto a boca.

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD