Curinga narrando A casa estava silenciosa. Todos já tinham saído e Cecilia estava no seu quarto agora eu precisava curar as feridas recém-abertas da Fatima. Eu subo as escadas devagar, sentindo o meu coração apertado. Sabia que Fátima não estava bem. Quando abro a porta do quarto dela, meu peito se partiu. Ela estava sentada na beira da cama, os ombros tremendos, o rosto escondido entre as mãos. Ela chorava. Em silêncio, mas chorava. Eu não disse nada. Apenas se aproximo. Sem hesitar, e se abaixo na frente dela, a puxando para meus braços. — O pesadelo acabo, Fátima. — Minha voz saiu baixa. — Agora tu tá segura. – Digo a ela Ela não responde. E e eu penas aperto o seu rosto contra o meu peito, enquanto ela deixa as suas lágrimas caírem. Eu passo a mão pelos cabelos dela, num gesto de

