Capítulo 141

997 Words

Curinga narrando O clima dentro da sala era tenso. Eu, sentado em uma poltrona de couro, batia com os dedos no braço do assento, impaciente. Vespa e Natália estavam de pé diante de mim, esperando o que viria a seguir. — É isso — Eu disse, soltando um longo suspiro. — Depois que a gente capturar o Tubarão, acabo pra mim. Tô fora. – Digo. Natália franziu a testa. Vespa cruzo os braços, desconfiado. — Como assim, Curinga? — Vespa questiono. — Tô dizendo que eu e a Fatima vamos viajar. Vou Largar essa vida. Chega de tiroteio, de estratégia, de guerra. Quero ver o mundo. Natália desviou o olhar. A facção sempre fora parte da minha história, mas não era meu destino. — Então você quer que eu assuma? — ela pergunto, já sabendo a resposta. Eu sorrio. — Sempre foi sua, Natália. Você é herde

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