Capítulo 212

828 Words

MV narrando A luz fraca do abajur jogava sombras tortas nas paredes do cômodo apertado. eu, sentado à cabeceira da mesa de madeira, tamborilava os dedos no tampo com um cigarro queimando lentamente entre os lábios. A fumaça subia devagar, se misturando com o cheiro de pólvora e tensão. Diante dele, quatro homens. Dois eram dos vapores infiltrados, os outros, soldados de confiança. Um deles deslizo o celular pela mesa, com a última mensagem recebida. — "O clima entre Vespa, Curinga e Tigre tá insustentável. Se continuar assim, cada um vai correr pro seu lado." eu sorrio de canto, aquele sorriso torto que vinha quando eu sentia que a maré tava virando a favor. — Eles se destruindo sozinhos é música pro meu ouvido. A gente só precisa dar o empurrão final — digo, apagando o cigarro no ci

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