Tigre narrando O cheiro de ferrugem, sangue e suor impregnava a salinha abafada. Lá dentro, o Fumaça estava preso a uma cadeira de ferro, braços amarrados com arame e os pés presos por correntes. Com um sorriso frio no rosto. Vespa e Coringa mim observavam em silêncio. Daqui ouvimos, os gritos de Tatu. — É… — digo, passando a mão pelas ferramentas alinhadas na bancada — o GB tem umas ideias sinistras, isso eu não vou negar. O cara é uma máquina de fazer vagabundo implorar pela própria morte... Eu se agacho diante de Fumaça, que m*l consegue manter os olhos abertos. — Mas sabe qual a diferença entre eu e ele, Fumaça? Fumaça tenta cuspir, mas só consegue tossir sangue. — O GB gosta do impacto. Eu gosto da paciência. Eu se levanto, escolho um alicate velho e sem aviso prévio, agarr

