Uma vez tudo junto, adiciono sal e pimenta. Vou para a cozinha e com a frigideira quente, despejo tudo, soltando um grito por ter me queimado levemente com o óleo quente que espirrou. O som do vidro estilhaçando no chão ecoa por toda a casa. Drogo aparece latindo enquanto não paro de gritar por ter queimado minha mão. Eu me mexo, reclamo e começo a procurar desesperadamente por uma pá, colher ou algo que me ajude a virar a omelete na frigideira quente com instintos de ódio contra mim. Apesar de estar de tênis, tento não pisar em nenhum vidro por medo. Acho que deveria ter tirado a pá antes, porque quando finalmente a encontro e volto para a frigideira, minha omelete está fumegando, e duvido que seja porque está muito quente. — Não! — grito, agarrando o cabo da frigideira e, da melhor m

