. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . .. .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . fim dos flashbacks . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Dias atuais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Após aquele dia as coisas mudaram em casa, mamãe ainda precisava de grana e denunciar todos os recentes acontecimentos deixou meu pai de certa forma mais presente, com mais presente quero dizer que o homem procurou muitas vezes me convencer a ir morar com sua nova família. Com a intenção de impedir isso minha mãe tirou fotos, foto que eu pensei que nunca veria e conseguiu dinheiro. Bastante dinheiro. Muito mais do que esperávamos. Mas não o suficiente para me manter longe desse

