CAIO . . . Bem eu disse a Nik que faria isso, então hora de fazer. Ela realmente estava exausta e logo depois de matarmos um pouco da saudade na cozinha ela dormiu. Pego meu celular para ligar para ela, minha irmã mais nova cm toda certeza teria o telefone do Léo. Da última vez que liguei para casa, minha mãe falou da proximidade deles. - Alô? – ela atende no segundo toque. – Alô, tem alguém aí? – demoro um pouco para responder. - Fabi... - Meu Deus! Caio, é você mesmo? - Não conhece mais a voz do seu irmão? - Nossa. Quem e vivo sempre aparece em. Não nos falamos ao telefone, tem o que? Uns quatro anos. - Três. - Ual. Três anos. Por que milagre está me ligando agora? – sinto a rispidez na sua voz. Fabiana foi a que mais tentou me curar do meu “sofrimento” e eu não aguenta

