NIK . . . Sinto como se o chão se abrisse sob meus pés, como pode ser tão c***l comigo senhor? pergunto em pensamento. não consigo me segurar, Infelizmente o que eu não queria era chorar na frente do Caio, viro meu rosto para o lado, tentando me esconder, já é vergonhoso demais não poder gerar um filho seu. agora estou aqui. Sim eu estava com vergonha dele. Vergonha de não poder lhe dá filhos, das coisas que a médica disse, como se eu fosse um velha acabada, uma incapaz, essa era a real sensação que eu sentia. Assim que o carro entra na garagem vou direto para o elevador. Ele entra logo atrás, pega minha mão, meu primeiro impulso era soltar, mas depois me mantenho imóvel esperando chegar o nosso andar. as coisas estavam muito confusas na minha cabeça. Assim que abre as portas

